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Padre em Araxá fala sobre a Campanha da Fraternidade de 2020 e a importância de enxergar o próximo

26 Fevereiro 2020

Sacerdote Márcio André Soares explicou sobre a campanha que, este ano, é baseada na parábola do bom samaritano e inspirada na Santa Dulce dos Pobres. Desenho da Campanha
da Fraternidade 2020 homenageia da Irmão Dulce, primeira santa canonizada no Brasil Reprodução/CNBB Começa nesta Quarta-feira (26) de Cinzas a Campanha da Fraternidade 2020, que neste ano trabalha com o tema “Fraternidade e vida: dom e compromisso”. A ação homenageia a Santa Dulce dos Pobres, canonizada em 2019. O padre Márcio André Soares explicou que a campanha também faz referência a uma parábola bíblica do bom samaritano. “É um tema que nos convida a olhar as necessidades das pessoas. Uma citação do Papa Francisco no final do ano passado ressalta isso. Ele disse [fala do papa] ‘Se a dor do meu irmão não doer em mim, eu estou mais doente do que ele’. A gente começa a perceber que tem muitas pessoas doentes, porque há uma indiferença muito grande ao sofrimento do próximo”, explicou Soares. A Campanha neste ano incentiva o cuidado com o próximo e segue até a última semana de novembro, em que os cristãos são convidados a colocar em prática o tema proposto em 2020. Ao longo do ano, as paróquias também recebem doações dos fiéis, que são destinadas ao apoio de projetos sociais da comunidade diocesana. O lema “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele” faz referência à clássica parábola do bom samaritano, que foi representada pela imagem da Santa Dulce dos Pobres. “O bom samaritano viu um homem caído, que foi assaltado, quase morto, e onde dois outros tinham passado pelo caminho e fingiram que não viram. Então ele vê, sente compaixão e vai cuidar daquele homem”, explicou Soares. O cartaz da campanha mostra um desenho da primeira santa brasileira, canonizada no dia 13 de outubro de 2019. O padre ressaltou que os gestos da Santa Dulce dos Pobres é uma forma de nortear os católicos, não apenas durante a campanha, mas a partir dela. Quando questionado sobre o tipo de trabalho que as paróquias vão realizar, o padre afirmou que não há uma diretriz concreta, mas um senso comum. De acordo com ele, cada paróquia deve levantar a realidade social, identificar os problemas que mais afetam a comunidade e servir com compaixão. “Devemos enxergar os problemas individuais de cada paróquia e colocar amor para cuidar dessas pessoas. Então não tem algo programado de dizer que todas as paróquias vão seguir uma linha, cada paróquia vai olhar para sua realidade, mas tem que ser uma resposta de cuidado, de amor, de transformação a partir desta campanha”, finalizou.

Em breve novidade aqui!!!

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