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Ao morrer Lena não deixa apenas um legado como jornalista, mas como cidadã que soube ser autêntica, afirma Jeová Campos

18 Novembro 2019

Ao morrer Lena não deixa apenas um legado como jornalista, mas como cidadã que soube ser autêntica, afirma Jeová Campos

Por Edmilson Pereira - em 2 horas atrás

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Filha da Família Guimarães, parente do velho Sabino Guimarães, o grande comunista de Cajazeiras, Lena desde a juventude já mostrava a que veio, ao integrar um grupo de jovens que resistia contra a ditadura, que lutava por dias melhores, recorda o deputado estadual Jeová Campos, conterrâneo de Lena, ao lamentar a morte da jornalista, ocorrida nesta segunda-feira (18), em João Pessoa.

Para Jeová, o jornalismo paraibano, especialmente, o político perde com a ausência de Lena Guimarães um grande quadro. “Lena era autêntica, independentemente, de qual órgão de Imprensa ela estivesse. Ela tinha faro e luz própria, a ela o meu carinho e à família, a minha solidariedade”, disse Jeová.

O parlamentar lembra que Lena nasceu na Rua Dr. Coelho, em Cajazeiras, mas sua capacidade de ler os fatos, ser autêntica e analisar a política como poucos, a projetou para além do sertão paraibano. “Você até podia não concordar com alguma colocação ou ponto de vista dela, mas, era sempre enriquecedor conversar com Lena, uma mulher aguerrida, competente, inteligente, autêntica e que tinha uma capacidade extraordinária de se comunicar”, afirma Jeová.

Joevá Campos reforça que Lena é um exemplo de mulher que venceu na vida pessoal e profissional. “Ela era, antes de tudo forte, ocupou espaços nunca antes ocupado por mulheres, não parou nos inúmeros obstáculos que lhes apareceu pela frente e manteve a altivez até o fim. A ela, minhas melhores reverências. Viva Lena Guimarães”, finaliza Jeová.

Sobre Lena

Lena Guimarães estava internada em um hospital particular da capital paraibana e morre em função de falência múltipla de órgãos, em decorrência de um câncer no pâncreas. Lena deixa um filho, Daniel Guimarães e uma trajetória na Imprensa paraibana, onde ocupou diversas funções, desde repórter, redatora e chefe de reportagem do Jornal A União, além de editora dos cadernos de Cultura, Cidades, Economia e Política no Jornal Correio da Paraíba. Ela também ocupou o cargo de diretora de jornalismo do Sistema Correio de Comunicação e de secretária de Comunicação do Estado, no governo José Maranhão (2009-2010).

A jornalista foi ainda editora-geral do jornal O Momento e repórter regional da Folha de São Paulo e do Jornal do Brasil. Atualmente, ela mantinha uma coluna no jornal Correio d Paraíba, que era leitura cotidiana de todos que quisessem se manter bem informados.

Fonte: Assessoria de Comunicação


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