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Apreensões de cocaína em portos brasileiros crescem 50% em 2019, diz Receita Federal

16 Novembro 2019

Foram 47,1 toneladas apreendidas entre janeiro e outubro de 2019, de acordo com levantamento; total apreendido em todo o ano de 2018 foi de 31,5 toneladas. Apreensão de cocaína
bate recorde nos portos brasileiros As apreensões de cocaína em portos brasileiros aumentaram 50% entre janeiro e outubro de 2019, de acordo com a Receita Federal. Foram 47,1 toneladas apreendidas nos dez meses. O total apreendido em todo o ano de 2018 foi de 31,5 toneladas. A maior parte da droga foi encontrada nos portos de Santos (18,9 t), Paranaguá (13,5 t), Natal (4,4 t) e Itajaí (3,7 t). Segundo a Receita, os principais destinos eram portos da Holanda, França e Bélgica. 869 kg de cocaína são apreendidos em dois contêineres no Porto de Paranaguá RF encontra mais de 800 kg de cocaína em carga de compensados de madeira, no Porto de Paranaguá Agentes encontram 450 kg de cocaína em dois contêineres no Porto de Paranaguá As investigações apontam que dentro dos postos trabalhadores subornados pelos traficantes rompem os lacres e escondem a cocaína nos contêineres - sem o conhecimento das empresas exportadoras. Agentes encontraram 450 kg de droga em duas apreensões, no Porto de Paranaguá, em outubro de 2019 Divulgação/RFB A cocaína é colocada em diferentes tipos de cargas, como de café e produtos químicos. Para a Receita Federal, o recorde nas apreensões tem a ver com o aumento da produção de cocaína nos países andinos - origem da droga - e também com o treinamento dos agentes que estão preparados para identificar os carregamentos. A maioria dos portos tem aparelhos de raio-x que identificam cargas suspeitas ainda dentro dos contêineres. "Todos esses detalhes, como feito, como eles pegaram, como chegaram a essa droga é repassado para as equipes de vigilância e também para o escritório de inteligência", afirma Gerson Faucz, delegado da Receita Federal. Com o aperto da fiscalização, as quadrilhas testam novas rotas. A Receita apreendeu cargas de cocaína que iam para Portugal e Itália, países que até agora não estavam no radar da fiscalização. "A polícia tem que estar sempre se adequando ao estilo dos criminosos e buscando sempre a identificação deles da forma mais rápido possível", explica Luciano Flores, superintendente regional da Polícia Federal (PF). Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

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