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Morre quarta vítima da queda de avião, em Cascavel

19 Novembro 2019

Morte foi comunicada pelo hospital na noite de segunda-feira (18); outras três pessoas morreram no acidente. Família tinha ido passar o feriado no litoral de Santa CatarinaArquivo pessoal A
quarta vítima do acidente com um avião de pequeno porte que caiu em Cascavel, no oeste do Paraná, morreu na noite de segunda-feira (18). A morte foi comunicada pelo Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP). Graziela de Souza Philippi tinha 53 anos. O marido e a filha dela também morreram no acidente. A outra vítima é o piloto. A mulher era a única que tinha sido resgatada viva dos destroços da aeronave, mas o estado de saúde dela era grave. "Graziela deu entrada na emergência do HU às 18h30 de domingo (17), com politraumatismo, passou por procedimentos cirúrgicos de alta complexidade, mas não resistiu à gravidade do quadro", diz um trecho da nova divulgada pelo hospital. O acidente O acidente aconteceu na tarde de domingo (17), na área rural da cidade. Dois trabalhadores que estavam perto ouviram o estrondo da queda e também um grito de socorro. A família voltava do litoral de Santa Catarina, onde tinha ido passar o feriado. A aeronave caiu a poucos metros de um aeroporto particular, onde iria pousar. Avião caiu no meio da mata, em Cascavel, na tarde de domingo (17) Cícero Bittencourt/RPC As vítimas Eduardo Philippi, marido de Graziela, era cardiologista e presidente do Cascavel Country Club. A filha deles se chamava Fernanda e tinha 12 anos. Os corpos de pai e filha serão levados para Francisco Beltrão, no sudoeste do estado, e devem ser cremados durante a manhã de terça-feira (19), após de uma cerimônia privada para os familiares. Magnus Padilha era quem pilotava o avião. Ele tinha experiência e era instrutor de uma escola de aviação, em Cascavel. O corpo dele foi velado na segunda-feira, em Cascavel. Magnus Padilha pilotava o avião; ele morreu Reprodução/Facebook Investigação Na segunda-feira, técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Aeronáutica, começaram a investigar as causas do acidente. Os especialistas tiraram fotos, procuraram por peças, analisaram o espaço e o possível trajeto que a aeronave pode ter feito durante a queda. Manutenção do avião De acordo com o registro da aeronave na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Inspeção Anual de Manutenção (IAM) do avião tinha vencido no dia 9 de novembro. No entanto, conforme a Anac, o avião pode voar por mais 30 dias após o vencimento do documento até que seja regularizado. A aeronave, portanto, não estava irregular apesar do documento estar vencido. Quatro pessoas estavam no avião; todas morreram Cícero Bittencourt/ RPC Cascavel Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.

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