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Sobe para 91 o número de mortes de macacos causadas por febre amarela no Paraná

26 Fevereiro 2020

Oito novos casos foram confirmados pela secretaria nesta quarta-feira (26); nenhum diagnóstico da doença foi feito em humanos, conforme a Sesa. Vacinação contra a febre amarela Divulgação/Prefeitura de
Santos O número de mortes de macacos causadas por febre amarela subiu para 91 no Paraná, segundo boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nesta quarta-feira (26). Ao todo, oito novas mortes foram confirmadas em uma semana. O boletim leva em consideração dados do ano epidemiológico, que começou em julho de 2019. De acordo com a Sesa, não há casos confirmados da doença em humanos no estado. As novas mortes de macacos por febre amarela foram registradas em: Guarapuava: 1 Campo do Tenente: 1 Contenda: 1 São José dos Pinhais: 1 Paulo Frontin: 2 Santa Maria do Oeste: 1 Araucária: 1 O número de notificações da doença passou para 560. Conforme o boletim, 188 permanecem em investigação, 60 já foram descartadas e 221 foram indeterminadas, ou seja, sem coleta de amostra. A 3° Regional de Saúde, de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do estado, é a que concentra o maior número de confirmações – 32. Vacinação A vacina que protege contra a febre amarela está disponível nas unidades de saúde de todo estado. De acordo com a Sesa, uma única dose protege para toda a vida. As doses são recomendadas para pessoas entre nove meses até 59 anos de idade. O Ministério da Saúde também orienta para que crianças de quatro anos recebam um reforço da vacina. A Sesa informa que os macacos não transmitem febre amarela e que a morte de animais indica que o vírus está presente em uma determinada região. Sintomas da febre amarela Arte/G1 Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

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