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Exame de DNA de jovem que procurou família de criança que desapareceu em 2003 dá negativo

04 Abril 2020

Mãe de Luana Oliveira Lopes, sequestrada em Florestópolis há 17 anos, diz que vai continuar procurando a filha. "Nunca vou desistir de encontrar a minha filha", afirma Neide de
Oliveira Lopes. Imagem mostra como Luana de Oliveira Lopes estaria atualmente Sicride/Divulgação O exame de DNA realizado pela jovem de 24 anos que procurou a família de Luana Oliveira Lopes, criança que desapareceu em Florestópolis, no norte do Paraná, em 2003, deu negativo. Segundo o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), o resultado ficou pronto pelo Instituto Médico-Legal (IML) na sexta-feira (3). Com a chegada de uma mulher do Rio de Janeiro no início de março em Sabáudia, na casa de uma irmã de Luana, a investigação sobre o desaparecimento ganhou mais um capítulo depois de 17 anos. 'Acho que é ela', diz pai de menina desaparecida há 17 anos sobre jovem que procurou a família Família da menina Luana aguarda resultado de exame de DNA A jovem encontrou parentes da menina desaparecida pelas redes sociais depois de ouvir de uma tia que não era filha dos pais que a criaram no estado carioca. Essa tia disse que ela tinha sido vítima de um crime. Ao chegar no norte do Paraná, os pais de Luana e a jovem comunicaram o caso à polícia e realizaram o exame de DNA. O Sicride realizou uma projeção de como a menina, que na época do desaparecimento tinha 8 anos, estaria atualmente. A mãe de Luana, Neide Oliveira Lopes, disse que o resultado do exame de DNA deixou todos os familiares abalados, inclusive a jovem. "O resultado caiu como uma bomba na família. Ela está em Sabáudia muito triste, desesperada. Confesso, que já esperava esse resultado porque ela é muito diferente da imagem que foi divulgada pelos investigadores de como a Luana estaria hoje. Mas, no fundo tinha uma esperança que fosse a minha filha", lamentou. Neide e a jovem ainda não se encontraram depois da divulgação do resultado. No entanto, a mãe de Luana disse que ela já faz parte da família. "Vamos continuar atrás da minha filha, não perdemos a esperança. Não vou desistir nunca", concluiu a mãe de Luana. Desaparecimento De acordo com o Sicride, Luana Oliveira Lopes, que tinha 8 anos em 2003, deixou a casa dos pais com o irmão, que na época tinha 10 anos, para buscar leite em uma propriedade rural vizinha de onde moravam. No caminho, os dois foram abordados por um caminhoneiro e obrigados a entrar na carroceria do veículo. O menino, irmão de Luana, conseguiu escapar, mas foi agredido violentamente pelo homem. Ao encontrar os pais e a polícia ser chamada, ele contou que conseguiu sair do caminhão quando o motorista abriu a porta. A menina, infelizmente, foi levada. Após o desaparecimento, a Polícia Civil chegou a prender um homem no Rio Grande do Sul suspeito do crime. No entanto, as suspeitas não se confirmaram. O irmão de Luana também foi levado para Curitiba para realizar uma sessão de hipnose, na tentativa de realizar um retrato falado do criminoso, mas nenhum suspeito foi identificado e preso. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste
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