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Onze são presos suspeitos de integrar quadrilha investigada por fabricar e revender submetralhadoras artesanais

04 Junho 2019

Segundo o MP-PR, dos 14 mandados de prisão expedidos, três não foram cumpridos. Ação foi realizada em Jataizinho, Ibiporã, Londrina e Cornélio Procópio, nesta terça-feira (4). Ao todo,
são 14 mandados de prisão que devem ser cumpridos no norte do Paraná Alberto D'angele/RPC Onze pessoas foram presas em uma operação contra uma grupo investigado pela fabricação e revenda de submetralhadoras artesanais nesta terça-feira (4). A ação, realizada pela Polícia Militar (PM) e Ministério Público do Paraná (MP-PR) foi realizada em Ibiporã, Jataizinho, Cornélio Procópio e Londrina, no norte do Paraná. Foram expedidos 14 mandados de prisão, mas três não foram cumpridos. Conforme o MP-PR, essas pessoas já são consideradas foragidas. Além das prisões, a operação ainda cumpriu dez mandados de busca e apreensão. Durante o cumprimento de um desses mandados de busca, a PM encontrou um homem que estava foragido da Justiça, ele tinha mandados de prisão abertos por outros crimes que não têm relação com a quadrilha investigada na operação. De acordo com as investigações do Ministério Público do Paraná (MP-PR), dois irmãos, que estão presos na Penitenciária Estadual de Londrina (PEL), comandavam a organização criminosa. De dentro da cadeia, eles davam as ordens para pessoas que estavam em Jataizinho. "Esse grupo é responsável pelo tráfico de drogas na região e também pela compra e revenda dessas armas artesanais. Essas armas têm um grande poder de fogo", explicou o promotor Thiago Cava. Segundo a Polícia Militar (PM), foram apreendidas três submetralhadoras artesanais na região de Londrina e, a partir disso, a quadrilha passou a ser investigada. A polícia diz que essas armas apreendidas foram utilizadas em homicídios e assaltos. "Mesmo sendo artesanal, essa arma podia soltar rajadas de disparos, o que é super perigoso", informou o tenente Renan Taguchi. Um helicóptero da PM e mais de 50 policiais participam da operação. Os presos devem responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, comércio ilegal de arma de fogo e favorecimento pessoal, conforme o MP-PR, o grupo escondia foragidos da Justiça. Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
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