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Ladrões furtam piso de passarela que atende escola e comunidade às margens da RJ-216, em Campos

07 Janeiro 2020

Mesma prática ocorre com frequência no Parque Imperial, em trecho que fica movimentado por conta da alta temporada elevando os riscos para os pedestres que tentam atravessar. Pedestres acabam
se arriscando passando pela passarela sem piso na RJ-216, em Campos Reprodução Inter TV RJ Atravessar a RJ-216 com segurança, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, é uma tarefa impossível para os pedestres que enfrentam o trecho na altura do Parque Imperial e Parque Bela Vista. Apesar do local ter uma passarela, bandidos estão furtando o piso da estrutura, restando aos moradores da região enfrentar uma rodovia movimentada ou se equilibrar sobre o que restou da estrutura, que ainda está enferrujada em vários pontos. Estrutura de passarela, em Campos dos Goytacazes, RJ, está sendo furtada A reportagem do RJ1 mostrou o momento em que um homem decidiu passar pela passarela correndo riscos ao se equilibrar entre os vãos deixados pelos ladrões que arrancaram as placas de alumínio. Optar pela travessia na rodovia também é arriscado. “Não tem condições de usar mais porque roubaram a passarela. Ele tá tirando o que serviria até pra mãe dele, pro avô dele, pra uma pessoa deficiente que precisaria e não tem como usar”, desabafa o morador Helbert Soares. A situação se torna ainda mais preocupante porque a passarela fica bem em frente a uma escola municipal. Por conta da alta temporada, a RJ-216 acaba ficando com fluxo 80% mais intenso por ser a principal ligação de Campos com a praia do Farol de São Thomé. O furto de placas de alumínio da passarela já ocorreu também em 2019, situação já mostrada pela reportagem da Inter TV. A Prefeitura explica que este tipo de crime é constante e que lamenta que isso venha acontecendo. Em dezembro de 2019, a Polícia Militar flagrou dois homens furtando as placas. Um deles fugiu e o outro foi preso e vai responder por dano ao patrimônio público. A Prefeitura disse ainda que está fazendo um levantamento da viabilidade financeira para recolocar as placas de alumínio, mas não deu um prazo. O município ainda pede que denúncias sejam feitas ao 190 (Polícia Militar) ou 153 (Guarda Civil). A reportagem também aguarda uma resposta do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) sobre a situação. Veja outras notícias da região no G1 Norte Fluminense.

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