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Homem suspeito de matar venezuelana com ácido aspirável é denunciado em Caxias do Sul

17 Janeiro 2020

Ariana Victoria Godoy Figuera morreu após ser atingida ácido fluorídrico. Promotor de Justiça afirma que o crime "foi cometido contra a mulher, por razões da condição de sexo feminino.
" Ariana Victoria Godoy Figuera morreu em dezembro após ser atingida por líquido Arquivo pessoal O Ministério Público do Rio Grande do Sul apresentou nesta quinta-feira (16) a denúncia por feminicídio contra o suspeito de matar Ariana Victoria Godoy Figuera, de 24 anos. O crime aconteceu no dia 12 de dezembro em Caxias do Sul, na serra gaúcha. Segundo laudo do Instituto Geral de Perícias (IGP), a jovem foi atingida por ácido fluorídrico. A substância foi colhida das roupas e da bolsa da vítima. O ácido foi aspirado pela jovem, provocando queimaduras internas que resultaram em asfixia mecânica, causa da morte constatada pelo laudo de necropsia. A denúncia, assinada pelo promotor de Justiça Gílson Borguedulff Medeiros, afirma que o crime "foi cometido por motivo torpe, com meio cruel, mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e contra mulher, por razões da condição de sexo feminino." A jovem, que era venezuelana, foi atingida quando chegava em casa. Segundo as informações, o homem era o ex-namorado de Ariana e não aceitava o término do relacionamento. Segundo a delegada Carla Zanetti, ao se apresentar na polícia, o suspeito disse ser ex-companheiro da jovem e confessou o crime, mas não detalhou qual substância utilizou. Em depoimento, ele disse que teria tentado assustá-la, mas que a tampa do recipiente se soltou e o líquido foi projetado contra a jovem. Ele está preso preventivamente no Presídio Regional de Caxias do Sul.

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