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Familiares de vítimas da Boate Kiss terão assistência de saúde durante julgamento de réu em Santa Maria

16 Fevereiro 2020

Grupo de entidades faz mapeamento das famílias que têm intenção de acompanhar o julgamento, que está marcado para o dia 16 de março. Tragédia completou sete anos em janeiro.
Grupo foi formado para atender familiares das vítimas durante o julgamento, em Santa Maria Marcos Borba Familiares das vítimas do incêndio na Boate Kiss receberão atendimento de saúde durante o julgamento do primeiro réu pelo caso, em Santa Maria, na Região Central do estado. Produtor da banda que tocava na festa, Luciano Bonilha, irá ao Tribunal do Júri em 16 de março. Conforme a denúncia, ele acendeu o sinalizador que iniciou o incêndio. Um coletivo multiprofissional foi formado para a tarefa. Participam a Associação dos Familiares das Vítimas da Tragédia na Boate Kiss, o Departamento de Enfermagem e o Departamento de Saúde Coletiva da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). O grupo faz um mapeamento das famílias que têm intenção de estarem presentes no dia do julgamento. Uma tenda de cuidado deve ser organizada próximo ao local do julgamento, para oferecer às famílias apoio de profissionais de saúde que serão cedidos pela UFSM, UFN, Secretaria Municipal de Saúde e pelo hospital universitário. As famílias que desejarem participar do julgamento devem entrar em contato enviando um e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. com o título "Familiar, e no texto, forneçam telefone de contato para que as equipes retornem a ligação. Também é possível entrar em contato pelo telefone (55) 3220-8356. Julgamentos em Porto Alegre Na última quarta-feira (12), a Justiça decidiu que os julgamentos de outros dois réus pelo caso serão em Porto Alegre, e não na cidade onde ocorreu a tragédia, em 2013. Marcelo de Jesus dos Santos, vocalista da banda que se apresentava no local no momento do incêndio, e Mauro Hoffmann, um dos sócios da boate, tiveram o pedido de desaforamento aceito. O segundo sócio da boate, Elissandro Spohr, já tinha tido o pedido atendido. Eles também irão ao Tribunal do Júri. As datas ainda não foram definidas. Os réus responderão pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe e emprego de fogo, asfixia ou outro meio insidioso ou cruel que possa resultar perigo comum, consumado 242 vezes e tentado 636 vezes. O incêndio que atingiu a boate Kiss, na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013, provocou 242 mortes e deixou 636 feridos. A tragédia completou sete anos em 2020. Na data, familiares de vítimas realizaram homenagens e pediram justiça.

Em breve novidade aqui!!!

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