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Chamada escolar para venezuelanos encerra na quinta-feira, 12, em Porto Velho

10 Dezembro 2019

Cadastro vai fazer levantamento de crianças interessadas em ingressar na rede de ensino infantil e fundamental. Atendimentos são realizados na escola Antônio Ferreira da Silva. Chamada escolar é
realizada em Porto Velho com etapa exclusiva para venezuelanosDivulgação A chamada escolar da rede municipal de ensino está sendo realizada em Porto Velho esta semana, até a próxima quinta-feira (12), exclusivamente para alunos Venezuelanos. O cadastro, feito pela Secretaria Municipal de Educação (Semed) em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf), tem como objetivo fazer um levantamento sobre a quantidade de crianças em idade escolar na comunidade venezuelana e garantir que todas tenham acesso à escola. Segundo a gerente da Divisão de Avaliações e Indicadores Educacionais (Diaied), Matilde Consuelo, a chamada escolar atenderá alunos do 1º ao 5° ano da rede municipal urbana. Atualmente, já existem cerca de 52 alunos venezuelanos matriculados nas escolas municipais da capital. A gerente informou que os responsáveis interessados em tentar uma vaga no ano letivo de 2020 devem apresentar os documentos pessoais existentes da criança, comprovante de endereço e a documentação do responsável legal. As famílias que estiverem em situação de rua podem apresentar o endereço mais próximo de onde estão localizadas. De acordo com a Diaied, a Semed está trabalhando em parceria com a Semasf para regularizar a situação das crianças que estão vivendo com as suas famílias irregularmente no país, para que as mesmas possam participar do cadastro. O atendimento está sendo realizado na Escola Municipal de Ensino Fundamental Antônio Ferreira da Silva, localizada na rua Duque de Caxias, 2454, bairro São Cristóvão. Responsável pelo transporte, a Semasf afirmou que encaminhará os indígenas venezuelanos da etnia ‘Warao’ para fazer o cadastro escolar das crianças que querem ingressar nas escolas municipais. Até o fechamento da matéria, não foi informado ao G1 se a Semasf realizará o encaminhamento dos outros grupos de refugiados que estão vivendo em Porto Velho. Não foi esclarecido ainda se algum trabalho está sendo realizado pelo município para garantir que todos os refugiados venezuelanos tenham acesso à informação sobre cadastro escolar. *Vitória Gomes, sob a supervisão de Daniele Lira.

Em breve novidade aqui!!!

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