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Discussão no trânsito teria motivado agressão a médico em UPA de Florianópolis, diz polícia

17 Janeiro 2020

Dois homens foram presos temporariamente nesta sexta-feira. Médico foi vítima de agressão no dia 5 de janeiro em Florianópolis Reprodução/ NSC TV Dois homens foram presos nesta sexta-feira
(17) suspeitos de agredirem o médico Cláudio Santos Pacheco, de 58 anos, no estacionamento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas do Sul da Ilha, em Florianópolis. O pediatra, espancado na manhã do dia 5 de janeiro ao chegar ao local de trabalho, segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Uma briga de trânsito teria motivado o crime. Os mandados de prisão temporária por tentativa de homicídio foram cumpridos entre a madrugada e a manhã. Um dos investigados foi preso por volta das 2h30, em uma casa noturna no bairro Aririú, em Palhoça, na Grande Florianópolis. O outro foi detido no bairro Ingleses, na capital, às 7h. Os suspeitos, de 38 e 23 anos, foram interrogados e serão encaminhados ao sistema prisional. As roupas utilizadas por eles no dia do crime foram apreendidas e encaminhadas para perícia. A polícia também investiga a participação de um terceiro homem, que ainda não foi identificado. Briga de trânsito De acordo com o delegado Ronaldo Moretto, da Central de Investigações Leste e Sul (CILS) de Florianópolis, as investigações apontaram que uma discussão de trânsito na Ponte Pedro Ivo Campos teria motivado as agressões. Os agressores teriam perseguido o médico até o local de trabalho, no Sul da Ilha. Depois, abordaram e espancaram a vítima no estacionamento em uma área que passa por obras. Além disso, o pediatra foi arrastado desacordado para trás de um tapume e os agressores teriam jogado uma pedra no rosto dele. Ainda de acordo como as investigações, os autores também colocaram uma lona preta sobre o corpo na tentativa de esconder a vítima, de acordo com o delegado. No dia do crime, o médico foi encontrado por um funcionário da unidade de saúde. Médico continua internado Até as 10h50 desta sexta-feira, Pacheco continuava internado na UTI, inconsciente, segundo a polícia. Inicialmente, ele foi atendido por socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado em estado grave ao Hospital Celso Ramos. Depois, ele foi transferido para a UTI do Hospital Baía Sul. Veja mais notícias do estado no G1 SC

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