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Policial militar morre no hospital após ser baleado na cabeça durante troca de tiros em Criciúma

01 Abril 2020

Cabo João Batista Figueira Ribeiro, de 42 anos, morreu na madrugada desta quarta-feira. Ele foi atingido por um tiro na cabeça durante o cumprimento de um mandado de prisão.
Cabo Ribeiro morreu na madrugada desta quarta-feira, no hospital São José, em Criciúma Polícia Militar/Divulgação Um policial militar morreu na madrugada desta quarta-feira (1º) após ser baleado durante uma troca de tiros em Criciúma, no Sul catarinense. O cabo João Batista Figueira Ribeiro, de 42 anos, estava internado desde a tarde de terça-feira, quando foi atingido por um tiro na cabeça durante o cumprimento de um mandado de prisão. Outro policial também foi baleado. Ninguém foi preso. De acordo com a Polícia Militar, Ribeiro e outros dois policiais faziam ronda quando, por volta das 15h30, receberam a denúncia de que um homem de 29 anos, procurado pela Justiça, estaria em uma casa no bairro Renascer. Ele e outro cabo de 27 anos foram atingidos pelo suspeito ao entrar na casa, segundo a PM. O terceiro policial envolvido na ação ficou fora do imóvel e não foi atingido. O autor dos disparos fugiu do local. Até as 8h15 desta quarta, ele não havia sido preso. Ribeiro foi atingido com um tiro na cabeça, encaminhado em estado grave ao Hospital São José e morreu às 2h55. Outro policial, de 27 anos, foi baleado na coluna vertical e também encaminhado ao hospital. Conforme a PM, ele estava consciente, respirando sem ajuda de aparelhos e aguardava exames. "Nós vamos procurar dar toda a assistência a família dele. Não vamos parar as buscas, estamos com apoio de equipes da Capital", afirmou o comandante do 9º Batalhão de Polícia Militar (9º BPM), tenente-coronel Cristian Dimitri. Suspeito não foi localizado Uma operação das policias Militar e Civil foi montada nesta quarta-feira para localizar e prender o suspeito. A ação envolve policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), Grupamento de Polícia de Choque, Batalhão de Aviação, Canil, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar Rodoviária (PMRv) e equipes do setor de Inteligência das Forças de Segurança Pública. O deslocamento das equipes especializadas para a operação foi determinado pelo comandante geral da Polícia Militar de Santa Catarina, coronel Carlos Alberto Araújo Gomes Júnior, conforme Dimitri. Na manhã desta quarta-feira, Araújo Gomes publicou nas redes sociais uma nota de pesar. "Neste momento de dor, nos resta a serenidade diante do que não pode ser mudado, a saudade de um companheiro querido, a admiração por um herói tombado em combate, o suporte à família que sofre e a busca pela justiça. As operações continuam", disse o comandante. Confira mais notícias do estado no G1 SC
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