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Contrabando de cigarros deve gerar prejuízo de R$ 113 milhões em Sergipe no ano de 2019, diz instituto

12 Novembro 2019

Atividade ilegal corresponde por 73% do que foi consumido estado, segundo ETCO. Cigarros apreendidos em Aracaju Sefaz/Arquivo O contrabando de cigarros deve gerar um prejuízo de R$ 113 milhões
em impostos no ano de 2019 no estado de Sergipe. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), com base em números do Ibope. Segundo a organização civil, formada por diferentes empresas e que atua no combate à concorrência desleal nos negócios, os produtos que chegam do Paraguai sem recolhimento tributário respondem por 73% do consumo de tabaco no estado e representam uma das principais fontes de financiamento de armas e tráfico de drogas de facções criminosas. Entre os municípios mais afetados pelo contrabando de cigarros estão: Pirambu, Amparo de São Francisco, Poço Redondo, Gararu, Propriá e Santa do São Francisco. Segundo o levantamento, o preço baixo do produto ilegal é o principal atrativo para que os consumidores migrem do mercado legal para o ilegal. Na região Nordeste, uma pesquisa do Ibope indica que a média dos ilegais custa R$ 3,53, enquanto o preço mínimo estabelecido pelo governo para o cigarro legal no Brasil é de R$ 5,00. De acordo com a Receita Federal, de janeiro e junho deste ano, foram apreendidos 49,9 milhões de cigarros - principal produto apreendido no estado (99,7%), seguido por vestuário (0,25%) e perfumes (0,01%).

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