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Internos do Compajaf liberam reféns após mais de 10 horas de negociação

11 Agosto 2020

A ação foi acompanhada desde o início por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Policiamento foi reforçado dentro e fora do Compajaf, em Aracaju (SE). TV Sergipe/Rafael
Carvalho Após mais de 10 horas de negociações, a Secretaria da Justiça, do Trabalho e de Defesa do Consumidor (Sejuc) e a Polícia Militar concluíram as negociações e foi encerrada a rebelião desencadeada por seis internos no Complexo Penitenciário Antônio Jacinto Filho (Compajaf), no Bairro Santa Maria. Por volta das 21h30 da noite desta terça-feira (11), foi iniciada a retirada dos reféns e dos presos. A ação foi acompanhada desde o início por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Cinco internos com sintomas da Covid-19 fogem do Compajaf Foragido do Compajaf morre ao tentar assaltar PM em Estância Desde 8h30, seis internos fizeram sete prestadores de serviços da Sejuc reféns. Os internos estavam em posse de facas e pedaços de ferros. Dois dos reféns chegaram a ser feridos superficialmente. Eles foram liberados ainda pela manhã e receberam atendimento médico. As negociações foram conduzidas pelo coronel Reinaldo Chaves, secretário-executivo da Sejuc. O coronel José Moura Neto, comandante do policiamento militar da capital (CPMC), coronel José Moura Neto, e comandante do Comando de Operações Especiais (COE), capitão Weniston Queiroz, tenente-coronel S. Junior, comandante do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), acompanharam a situação desde o início. A motivação apontada pelos internos não estava relacionada à suspensão das visitas, ação implementada para o enfrentamento à pandemia da Covid-19. Os internos responsáveis pela rebelião alegaram que não estavam se sentindo seguros na unidade prisional e solicitaram transferências para outros presídios. Após o encerramento da rebelião, os presos foram encaminhados para viaturas da unidade prisional e serão levados para o Instituto Médico Legal (IML). Em seguida, serão direcionados ao Complexo Penitenciário Dr. Manoel Carvalho Neto (Copemcan), em São Cristóvão. A Perícia também foi acionada para analisar a sala onde ocorreu a rebelião.
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