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Mulher que perdeu parte da perna em acidente de trânsito não consegue prótese e anda apoiada em cadeira

14 Novembro 2019

Pacientes podem esperar até três anos para conseguir procedimentos através do Sistema Único de Saúde (SUS). Funcionário público que também está na fila fala sobre dores e diz que
não tem condições de comprar prótese. Demora de três anos para conseguir prótese ortopédica prejudica pacientes de Palmas Pacientes que precisam de próteses ortopédicas estão sofrendo no Tocantins. É que em alguns casos, a demora para a realização do procedimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) pode chegar a três anos. Na fila, uma moradora de Palmas que perdeu parte da perna precisa andar apoiada em uma cadeira da casa dela. (Veja o vídeo) A autônoma Flávia Brasil sofreu um acidente de trânsito no ano passado. Sem a prótese, ela faz os serviços domésticos da casa andando de forma improvisada. "Era uma fila muito grande que não teria condições de estar colocando essa prótese antes de dois anos e meio ou três anos", disse Flávia. O funcionário público Emanuel Marks precisa de uma prótese no quadril e já aguarda quase três anos. "Minha posição lá eu estava na 842, isso em abril de 2017. E eu estou aguardando isso até hoje. Nunca me deram uma resposta", reclamou. Ele chegou a fazer um orçamento, mas se tivesse que pagar pelo procedimento, gastaria R$ 25 mil. Sem dinheiro suficiente, a opção é esperar mesmo sentindo dores nas articulações. "Conforme está aqui no laudo médico, eu necessito dessa prótese. Hoje eu não posso fazer uma caminhada. Vivo uma vida sedentária porque não posso fazer um esforço físico. Dói muito", explicou. Para entrar na fila de espera, os dois pacientes tiveram que ir ao Centro Especializado em Reabilitação do Estado e realizar um cadastro. Na maioria dos casos os procedimentos são eletivos, aqueles que não têm urgência para serem realizados. Mas quem espera sofre com o problema e tem pressa. "O certo é a prótese né? A gente tem que continuar a vida. Não pode parar", disse a autônoma Outro lado A Secretaria Estadual de Saúde informou, em nota, que existe um sistema para monitorar os pacientes que aguardam por procedimentos eletivos. Sobre o paciente Manoel, citado na reportagem, a Secretaria disse que depois da consulta pré-cirúrgica ele vai ser informado sobre a cirurgia. O Estado não se posicionou sobre o caso da autônoma Flávia Brasil. Mulher precisa andar apoiada em cadeira Reprodução/TV Anhanguera Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.

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