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Após problemas de monitoramento, novas tornozeleiras eletrônicas são instaladas em presos no Tocantins

14 Novembro 2019

Em 2018 centenas de presos deixaram de ser monitoradas após suspensão de serviços por falta de pagamento. Nova empresa foi contratada de forma emergencial por seis meses. Novas tornozeleiras
eletrônicas são instaladas no Tocantins Divulgação/Governo do Estado Centenas de tornozeleiras eletrônicas para monitoramento de presos estão sendo instaladas no Tocantins. De acordo com o Governo do Estado, mais de 600 equipamentos novos estão disponíveis para reinstalação e substituição. No final de 2018 os presos ficaram dias sem monitoramento depois que a antiga empresa responsável suspendeu os serviços por falta de pagamento. As instalações começaram nesta quarta-feira (13) na Central de Monitoramento Eletrônico em Palmas, e estão sendo realizadas com o acompanhamento da empresa UE Brasil Tecnologia, contratada de forma emergencial. O contrato tem duração de seis meses. Ao todo o estado recebeu 650 novas tornozeleiras. Só em Palmas e Araguaína, 270 equipamentos antigos serão substituídos. Nos próximos dias os aparelhos serão levados para municípios do interior do Tocantins. De acordo com o Estado, as tornozeleiras restantes serão utilizadas quando houver novas demandas. A Secretaria de Cidadania e Justiça informou que os presos precisam ir à Central de Monitoramento Eletrônico para substituir os aparelhos e atualizar o cadastro. O governo informou que além dos equipamentos, 30 dispositivos de proteção à vítima de violência doméstica estão disponíveis. Após instalado, o equipamento dispara alerta de proteção quando o agressor se aproxima da vítima. Entenda Em dezembro de 2018 os presos que cumpriam pena com tornozeleira eletrônica deixaram de ser monitorados. O sistema foi desligado pela empresa responsável devido fim do contrato com o governo do Estado. O governo trocou a empresa, mas demorou a substituir todas as tornozeleiras. Em agosto desse ano os problemas voltaram a aparecer no interior, quando um juiz de Gurupi determinou a retirada de 110 tornozeleiras por falta de monitoramento. Ele afirmou que a medida se trata de 'um faz de conta'. Na época, a Secretaria de Cidadania e Justiça (Seciju) informou que a empresa responsável pelo serviço de monitoramento e rastreamento eletrônico não conseguiu garantir a cobertura de sinal e não tinha equipamentos suficientes. Disse ainda que iria rescindir o contrato e contratar uma nova empresa. Em setembro deste ano, o Tribunal de Justiça determinou que o governo do estado restabelecesse o estoque e monitoramento de tornozeleiras eletrônicas. Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.

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