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PF investiga organização criminosa suspeita de caçar e vender animais silvestres

13 Fevereiro 2020

Segundo a PF, depois de capturados os animais eram transportados para vários estados. Aves estavam espremidas em gaiolas improvisadas Débora Ciany/TV Anhanguera A Polícia Federal investiga suspeitos de integrar
uma organização criminosa suspeita de caçar e comercializar animais silvestres no Tocantins e em outros estados. Além de capturados, os bichos são comercializados e transportados em gaiolas para serem revendidos. Uma operação para prender suspeitos em Minas Gerais foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (13). As investigações sobre o crime ambiental começaram em 2018, depois de quase 80 pássaros serem apreendidos em Cariri do Tocantins. Na época a PRF informou que animais estavam avaliados em R$ 860 mil, caso fossem vendidos. Segundo a PF, a operação Araracanga busca cumprir dois mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão nos municípios de Contagem, Ribeirão das Neves e João Pinheiro, em Minas Gerais. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal de Gurupi, no sul do Tocantins, e cerca de 20 policiais participam da ação. Segundo a PF, a organização criminosa é responsável por capturar e vender grandes quantidades de animais silvestres no Tocantins, Bahia e Pará. Eles ainda são transportados às grandes cidades para serem revendidos. A polícia informou que Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP) são alguns dos destinos. Os investigados devem responder pelos crimes de caça ilegal, receptação e organização criminosa. Se condenados, as penas podem chegar a 16 anos de prisão. Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.

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