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Cavalo com mormo será sacrificado na Ilha do Bananal; doença não era registrada no estado desde 2017

17 Fevereiro 2020

Doença pode ser transmitida ao homem. Primeiro caso registrado no estado foi em 2015. Ilha do Bananal é a maior ilha fluvial do mundo Reprodução/TV Anhanguera Um caso de
mormo em cavalo foi confirmado em uma propriedade rural, na Ilha do Bananal, considerada a maior ilha fluvial de água doce do mundo, no Tocantins. Segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec), o animal será sacrificado. Além disso, está sendo realizado o saneamento das propriedades e levantamento dos vínculos epidemiológicos para coleta de material dos animais que estão suscetíveis à doença. O primeiro caso de mormo no Tocantins surgiu em 2015, sendo que o último caso registrado foi em agosto de 2017, em uma propriedade de Palmeirante. Na época, cinco cidades da região norte do estado tiveram as cavalgadas e tropeadas suspensas. Segundo o responsável pelo Programa Estadual de Sanidade dos Equídeos da Adapec, Raydleno Mateus Tavares, até o momento não há informação sobre como o equino adquiriu a doença. “Fizemos um levantamento do histórico de trânsito desse animal nos últimos seis meses e não há registro de movimentação. Ainda assim, continuamos com as investigações”. A Secretaria Estadual da Saúde foi notificada, já que a doença pode ser transmitida ao homem. Em casos de suspeita da doença, o produtor rural deve notificar imediatamente a Adapec em uma das suas unidades ou pelo Disque Defesa 0800 63 11 22, bem como denunciar trânsito clandestino de animais. O mormo é uma doença infectocontagiosa causada por bactéria que acomete principalmente os equídeos (asininos, equinos e muares). Os principais sintomas são nódulos nas narinas, corrimento purulento, pneumonia, febre e emagrecimento. Existe ainda a forma latente na qual os animais não apresentam sintomas, mas possuem a enfermidade. Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.

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