Sobe para 9 número de manifestantes mortos em confronto com a polícia na Bolívia

17 Novembro 2019

A sexta-feira (15) foi mais um dia de . Durante manifestação nos arredores de Cochabamba, um dos principais redutos políticos do ex-presidente Evo Morales, cinco de seus apoiadores foram mortos em confronto com a polícia.

Com isso, o número de mortos desde o início das manifestações na Bolívia, que culminaram com a saída de Morales do comando do país, chegam a 15. No último protesto, ao menos outras oito pessoas também tiveram que ser hospitalizadas após serem feridas, segundo informa a agência de notícias AFP.

Em comunicado, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos condenou o "uso desproporcional da força policial e militar", acrescentando ainda que "as armas de fogo devem ser excluídas dos dispositivos utilizados para controlar os protestos".

Asilado no México, Morales também se pronunciou sobre o caso em postagem nas redes sociais. No texto, o ex-presidente pediu que as Forças Armadas e a polícia parem com o massacre no país: "o uniforme das instituições da pátria não podem ser manchadas com o sangue do nosso povo".

Ainda de acordo com a agência, o confronto aconteceu porque o grupo de manifestantes tentou furar um bloqueio feito pela polícia na ponte Huayllani, por onde passariam para chegar a La Paz e participar dos protestos contra a senadora Jeanine Áñez, que se autointitulou presidente interina da Bolívia.

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