Entenda o que é ansiedade generalizada e aprenda a reconhecer os sintomas

02 Dezembro 2019

Muito mais do que a preocupação com uma entrevista de emprego ou a expectativa de viagem. O transtorno de ansiedade está entre os principais distúrbios mentais que afetam a população.

Mas se todos somos ansiosos em algum nível, como saber quando a ansiedade deixa de ser normal e passa a ser generalizada?

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A ansiedade é um transtorno que afeta a população. Mas, afinal, quando ela deixa de ser normal e passa a ser generalizada?

Para entender quando o problema é considerado doença, é preciso ter em mente que o transtorno de ansiedade generalizada (TAG) é um distúrbio caracterizado pela “preocupação excessiva ou expectativa apreensiva”, persistente e de difícil controle. Essa condição geralmente perdura por no mínimo seis meses.

Além disso, é importante registrar também que, nesses casos, o nível de ansiedade é desproporcional aos acontecimentos geradores do transtorno. Desse modo, o transtorno causa muito sofrimento e interfere na qualidade de vida e no desempenho familiar, social e profissional dos pacientes.

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O TAG pode afetar pessoas de todas as idades, desde o nascimento até a velhice. Em geral, as mulheres são um pouco mais vulneráveis do que os homens.

Sintomas, diagnóstico e tratamento para a ansiedade generalizada

Os sintomas mais comuns são inquietação, fadiga, irritabilidade, dificuldade de concentração, tensão muscular e perturbação do sono. Em alguns casos, os pacientes também podem apresentar palpitações, falta de ar, taquicardia, aumento da pressão arterial, sudorese excessiva, dor de cabeça, alteração nos hábitos intestinais, náuseas, aperto no peito, dores musculares.

O diagnóstico do TAG leva em conta a história de vida do paciente e prevê uma avaliação clínica criteriosa. Quando necessário, são solicitados alguns exames complementares. Alguns sintomas podem ser comuns a várias condições clinicas diferentes que exigem tratamento específico, por isso, é fundamental estabelecer o diagnóstico diferencial com TOC, síndrome do pânico ou fobia social, por exemplo.

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O tratamento utiliza medicamentos antidepressivos ou ansiolíticos, sob orientação médica. O tratamento farmacológico geralmente precisa ser mantido por seis a doze meses após o desaparecimento dos sintomas. É importante que a medicação seja descontinuada em doses decrescentes. Também é fundamental que o paciente realize a terapia comportamental cognitiva.


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