Rússia diz que operação na Ucrânia pode terminar em 'futuro previsível'

Soldados ucranianos são vistos em tanques, em meio à invasão russa, em Bucha Alkis Konstantinidis/Reuters - 06.04.2022 O Kremlin disse nesta sexta-feira (8) que a invasão na Ucrânia que a Rússia chama de "operação especial" pode terminar em um "futuro previsível", uma vez que seus objetivos estão sendo alcançados e o trabalho está sendo cumprido tanto pelos militares russos quanto pelos negociadores de paz do país. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, também disse que Moscou entendia que alguns países que haviam tentado adotar uma posição equilibrada haviam sido submetidos a pressões para votar pela suspensão da Rússia do Conselho de Direitos Humanos da ONU, na última quinta-feira. Veja também Internacional Preços dos alimentos atingem nível recorde no mundo devido à guerra na Ucrânia Internacional Trens com refugiados são bloqueados no leste da Ucrânia por bombardeio russo Internacional Ataque russo em estação ucraniana de trem mata ao menos 39 pessoas em Kramatorsk Dos 193 Estados-membros da assembleia, 93 votaram a favor da retirada dos russos, enquanto 24 votaram contra e 58 se abstiveram, incluindo o Brasil. A Assembleia Geral da ONU suspendeu a Rússia do Conselho por relatos de "graves e sistemáticas violações e abusos dos direitos humanos" na Ucrânia, o que levou Moscou a anunciar que estava se retirando do órgão.   Leia também Reino Unido segue EUA e aplica sanções contra as filhas de Putin  Situação em Borodianka é 'muito pior' do que em Bucha, diz Zelenski Itamaraty defende investigação sobre massacre na Ucrânia  

Rússia diz que operação na Ucrânia pode terminar em 'futuro previsível'
Soldados ucranianos são vistos em tanques, em meio à invasão russa, em Bucha
Soldados ucranianos são vistos em tanques, em meio à invasão russa, em Bucha Alkis Konstantinidis/Reuters - 06.04.2022

O Kremlin disse nesta sexta-feira (8) que a invasão na Ucrânia que a Rússia chama de "operação especial" pode terminar em um "futuro previsível", uma vez que seus objetivos estão sendo alcançados e o trabalho está sendo cumprido tanto pelos militares russos quanto pelos negociadores de paz do país.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, também disse que Moscou entendia que alguns países que haviam tentado adotar uma posição equilibrada haviam sido submetidos a pressões para votar pela suspensão da Rússia do Conselho de Direitos Humanos da ONU, na última quinta-feira.

Dos 193 Estados-membros da assembleia, 93 votaram a favor da retirada dos russos, enquanto 24 votaram contra e 58 se abstiveram, incluindo o Brasil.

A Assembleia Geral da ONU suspendeu a Rússia do Conselho por relatos de "graves e sistemáticas violações e abusos dos direitos humanos" na Ucrânia, o que levou Moscou a anunciar que estava se retirando do órgão.