Acossado por protestos, Lasso enfrenta pedido de impeachment no Equador

Guillermo Lasso, presidente do Equador Rodrigo Buendia/AFP - 01.09.2021 O presidente do Equador, Guillermo Lasso, enfrenta neste sábado (25) um debate no Congresso para votar sua destituição devido à "comoção interna" causada por 13 dias de protestos indígenas contra o elevado custo de vida. A sessão plenária está prevista para as 18h (20h em Brasília) ante a convocação de um terço dos deputados da Assembleia Nacional, que vê no presidente de direita a causa da "grave crise política e comoção interna" que vive o país.  Enquanto isso, os protestos continuam sacudindo o Equador, especialmente a capital Quito, onde cerca de 10.000 indígenas vindos de seus territórios marcham em diversos pontos da capital aos gritos de "Fora Lasso, fora!" Os 47 integrantes da bancada da Unes (União pela Esperança), ligada ao ex-presidente socialista Rafael Correa (2007-2017), solicitaram ontem a saída do presidente, um ex-banqueiro de direita que assumiu o cargo em maio de 2021. Em isolamento por causa da Covid, Lasso arremeteu contra o líder das manifestações, Leonidas Iza, presidente da Conaie (Confederação de Nacionalidades Indígenas). "A intenção real do senhor Iza é derrubar o governo [...] ele não tem controle das manifestações nem da criminalidade que suas ações irresponsáveis provocaram", declarou Lasso. Veja também Internacional Noruega investiga hipótese de 'terrorismo islâmico' em ataque que deixou dois mortos Internacional Senadoras democratas pedem que Biden declare emergência de saúde pública após decisão sobre aborto Internacional Rússia equipará Belarus 'nos próximos meses' com mísseis de capacidade nuclear, diz Putin Os manifestantes exigem a redução do preço dos combustíveis, entre outras medidas, para aliviar a pobreza. Eles deixam para trás barricadas com troncos e pneus queimados em uma cidade semiparalisada e exausta.  Após dois dias violentos, quinta e sexta-feira, Quito amanheceu com relativa tranquilidade neste sábado, à espera do debate de destituição. O Equador ganhou fama de ingovernável após a saída abrupta de três presidentes entre 1997 e 2005 diante da pressão social.  Para ser aprovada, a destituição requer 92 votos dos 137 possíveis no Congresso, no qual a oposição é maioria, mas está bastante fragmentada. Lasso deverá ser convocado à sessão desta tarde para se defender e, na sua presença, terá início o debate cuja duração será determinada pelo presidente do Legislativo. Uma vez concluída a discussão, os deputados têm até 72 horas, no máximo, para resolver sobre o pedido de destituição.  Em caso de aprovação, o vice-presidente Alfredo Borrero assume o cargo e convocará eleições presidenciais e legislativas para cumprir o período restante do mandato. As últimas duas noites em Quito foram cenário de duros enfrentamentos entre as forças de segurança e os manifestantes, com coquetéis molotov, fogos de artifício, gás lacrimogênio e bombas de efeito moral.  Os 13 dias de revolta indígena já deixaram seis civis mortos e uma centena de feridos, segundo a Aliança de Organizações pelos Direitos Humanos. Além disso, as autoridades registraram mais de 180 feridos entre militares e policiais e prometeram reprimir com mais rigor as manifestações. Desgastada pela crise, com o comércio fechado e desabastecimento de alguns produtos, Quito também é cenário de contraprotestos.  Centenas de equatorianos se mobilizam em paralelo com palavras de ordem contrárias ao líder indígena: "Fora Iza, fora!". Caravanas de veículos de alto padrão percorrem as áreas mais ricas da cidade ressoando suas buzinas e tremulando bandeiras brancas. O Equador, cuja economia dolarizada começava a apresentar sinais de recuperação dos efeitos da pandemia, está perdendo cerca de 50 milhões de dólares por dia devido à crise. O governo garante que reduzir os preços dos combustíveis, como exigem os indígenas, custaria ao Estado mais de 1 bilhão de dólares por ano em subsídios.  A indústria do petróleo, o principal produto de exportação equatoriano, está produzindo em 54% de sua capacidade devido à ocupação de poços (918 fechados) e aos bloqueios de estradas em meio aos protestos.  Sem maior respaldo político, Lasso conta com o apoio dos militares que cerraram fileiras em torno de seu governo.

Acossado por protestos, Lasso enfrenta pedido de impeachment no Equador
Guillermo Lasso, presidente do Equador
Guillermo Lasso, presidente do Equador Rodrigo Buendia/AFP - 01.09.2021

O presidente do Equador, Guillermo Lasso, enfrenta neste sábado (25) um debate no Congresso para votar sua destituição devido à "comoção interna" causada por 13 dias de protestos indígenas contra o elevado custo de vida.

A sessão plenária está prevista para as 18h (20h em Brasília) ante a convocação de um terço dos deputados da Assembleia Nacional, que vê no presidente de direita a causa da "grave crise política e comoção interna" que vive o país. 

Enquanto isso, os protestos continuam sacudindo o Equador, especialmente a capital Quito, onde cerca de 10.000 indígenas vindos de seus territórios marcham em diversos pontos da capital aos gritos de "Fora Lasso, fora!"

Os 47 integrantes da bancada da Unes (União pela Esperança), ligada ao ex-presidente socialista Rafael Correa (2007-2017), solicitaram ontem a saída do presidente, um ex-banqueiro de direita que assumiu o cargo em maio de 2021.

Em isolamento por causa da Covid, Lasso arremeteu contra o líder das manifestações, Leonidas Iza, presidente da Conaie (Confederação de Nacionalidades Indígenas).

"A intenção real do senhor Iza é derrubar o governo [...] ele não tem controle das manifestações nem da criminalidade que suas ações irresponsáveis provocaram", declarou Lasso.

Os manifestantes exigem a redução do preço dos combustíveis, entre outras medidas, para aliviar a pobreza. Eles deixam para trás barricadas com troncos e pneus queimados em uma cidade semiparalisada e exausta. 

Após dois dias violentos, quinta e sexta-feira, Quito amanheceu com relativa tranquilidade neste sábado, à espera do debate de destituição.

O Equador ganhou fama de ingovernável após a saída abrupta de três presidentes entre 1997 e 2005 diante da pressão social. 

Para ser aprovada, a destituição requer 92 votos dos 137 possíveis no Congresso, no qual a oposição é maioria, mas está bastante fragmentada.

Lasso deverá ser convocado à sessão desta tarde para se defender e, na sua presença, terá início o debate cuja duração será determinada pelo presidente do Legislativo.

Uma vez concluída a discussão, os deputados têm até 72 horas, no máximo, para resolver sobre o pedido de destituição. 

Em caso de aprovação, o vice-presidente Alfredo Borrero assume o cargo e convocará eleições presidenciais e legislativas para cumprir o período restante do mandato.

As últimas duas noites em Quito foram cenário de duros enfrentamentos entre as forças de segurança e os manifestantes, com coquetéis molotov, fogos de artifício, gás lacrimogênio e bombas de efeito moral. 

Os 13 dias de revolta indígena já deixaram seis civis mortos e uma centena de feridos, segundo a Aliança de Organizações pelos Direitos Humanos.

Além disso, as autoridades registraram mais de 180 feridos entre militares e policiais e prometeram reprimir com mais rigor as manifestações.

Desgastada pela crise, com o comércio fechado e desabastecimento de alguns produtos, Quito também é cenário de contraprotestos. 

Centenas de equatorianos se mobilizam em paralelo com palavras de ordem contrárias ao líder indígena: "Fora Iza, fora!". Caravanas de veículos de alto padrão percorrem as áreas mais ricas da cidade ressoando suas buzinas e tremulando bandeiras brancas.

O Equador, cuja economia dolarizada começava a apresentar sinais de recuperação dos efeitos da pandemia, está perdendo cerca de 50 milhões de dólares por dia devido à crise.

O governo garante que reduzir os preços dos combustíveis, como exigem os indígenas, custaria ao Estado mais de 1 bilhão de dólares por ano em subsídios. 

A indústria do petróleo, o principal produto de exportação equatoriano, está produzindo em 54% de sua capacidade devido à ocupação de poços (918 fechados) e aos bloqueios de estradas em meio aos protestos. 

Sem maior respaldo político, Lasso conta com o apoio dos militares que cerraram fileiras em torno de seu governo.

guerra na Ucr\u00e2nia, outros conflitos brutais ocorrem atualmente, apesar de n\u00e3o receberem tanta aten\u00e7\u00e3o quanto as v\u00e1rias ofensivas russas no territ\u00f3rio ucraniano. Assim como no Leste Europeu, essas guerras seguem deixando um grande rastro de mortes e destrui\u00e7\u00e3o

","content":null,"position":0},{"width":1024,"height":682,"url":"https://img.r7.com/images/etiopia-conflito-tigre-22072021172916700","author":"Eduardo Soteras / AFP - Arquivo","subtitle":"Eti\u00f3pia 

Em novembro de 2020, a Eti\u00f3pia come\u00e7ou a enfrentar um conflito de grandes propor\u00e7\u00f5es quando for\u00e7as da TPLF (Frente de Liberta\u00e7\u00e3o do Povo Tigray) atacaram uma base do ex\u00e9rcito federal do Tigr\u00e9, o que resultou em uma ofensiva militar ordenada pelo primeiro-ministro Abiy Ahmed contra os rebeldes

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","content":null,"position":1},{"width":530,"height":533,"url":"https://img.r7.com/images/etiopia-guerra-09062022143609274","author":" Getachew Dibaba/ONU","subtitle":"Em novembro de 2021, o governo local decretou estado de emerg\u00eancia depois que a TPLF come\u00e7ou a se deslocar em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 capital. De acordo com a ONU (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas), a viol\u00eancia na regi\u00e3o fez com que 411.014 pessoas se deslocassem, das quais 266 mil foram para outras regi\u00f5es do pa\u00eds 


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Em meio \u00e0 primavera \u00e1rabe, a S\u00edria se envolveu em um conflito de grandes propor\u00e7\u00f5es, que se estende por 11 anos. Em 2011, a popula\u00e7\u00e3o foi \u00e0s ruas para exigir a ren\u00fancia do presidente Bashar al-Assad. Como resposta aos protestos, o governo ordenou que o Ex\u00e9rcito do pa\u00eds reprimisse os manifestantes. Do outro lado, a oposi\u00e7\u00e3o come\u00e7ou a se armar para lutar contra a repress\u00e3o de Al-Assad, que ainda continua na Presid\u00eancia do pa\u00eds

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","content":null,"position":4},{"width":1024,"height":682,"url":"https://img.r7.com/images/siria-guerra-09062022150427537","author":"Rami Al Sayed/Reuters - 01.06.2022","subtitle":"A guerra se tornou um espa\u00e7o de disputa entre outros pa\u00edses que t\u00eam interesse na regi\u00e3o. R\u00fassia, Turquia e Ir\u00e3 est\u00e3o do lado da S\u00edria, enquanto pa\u00edses ocidentais, principalmente os Estados Unidos, ajudam a resist\u00eancia


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","content":null,"position":5},{"width":1224,"height":816,"url":"https://img.r7.com/images/efe-siria-10-anos-1500-12032021105616056","author":"Stringer/EFE - 16.04.2015","subtitle":"Nesta semana, as For\u00e7as Democr\u00e1ticas S\u00edrias anunciaram que v\u00e3o pedir apoio ao governo do pa\u00eds se os turcos avan\u00e7arem novamente contra elas no norte da S\u00edria. Entretanto, o grupo se prepara para um grande embate se a Turquia decidir n\u00e3o recuar

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","content":"DAMASCO (SIRIA), 12/03/2021.- Foto de archivo (16/04/2015) de combatientes palestinos mientras vigilan un campo de refugiados adyacente al de Al Yarmuk, al sur de Damasco, Siria. Hace diez a\u00f1os, el 15 de marzo de 2011, salieron a las calles de Siria los primeros manifestantes que dieron comienzo a las protestas populares contra el Gobierno de Bachar al Asad, y que llevar\u00edan sin saberlo a una larga guerra con casi 500.000 muertos, unos 5,6 millones de refugiados y m\u00e1s de 6 millones de desplazados internos. EFE/STR","position":6},{"width":1280,"height":853,"url":"https://img.r7.com/images/mianmar-guerra-09062022144845169","author":"Reuters - 04.02.2022","subtitle":"Mianmar

Em 1\u00ba de fevereiro, o Ex\u00e9rcito de Mianmar dep\u00f4s o governo eleito de Aung San Suu Kyi, encerrando o per\u00edodo democr\u00e1tico de dez anos no pa\u00eds. A l\u00edder Aung San Suu Kyi, rosto do movimento democr\u00e1tico em Mianmar, foi condenada a 11 anos de pris\u00e3o

Mianmar: jovens treinam com rebeldes para combater militares","content":null,"position":7},{"width":1280,"height":720,"url":"https://img.r7.com/images/mianmar-guerra-09062022143609558","author":"Divulga\u00e7\u00e3o/ONU","subtitle":"Desde o golpe, ocorrem manifesta\u00e7\u00f5es na tentativa de retomar o processo democr\u00e1tico, mas os atos s\u00e3o reprimidos pela viol\u00eancia brutal do regime ditatorial. A resist\u00eancia tamb\u00e9m conta com mil\u00edcias cidad\u00e3s que travam guerrilhas urbanas

Sem querer, mulher filma comboio do golpe militar em Mianmar

","content":null,"position":8},{"width":700,"height":467,"url":"https://img.r7.com/images/protestos-mianmar-30032021165351172","author":"STR / AFP","subtitle":"Na semana passada, a ONU informou que o golpe militar pela primeira vez fez com que mais de 1 milh\u00e3o de pessoas se deslocassem no pa\u00eds. Desde o in\u00edcio do golpe, 700 mil foram for\u00e7adas a deixar suas casas

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","content":null,"position":9},{"width":1024,"height":668,"url":"https://img.r7.com/images/iemen-guerra-09062022151727494","author":"Mohammed Huwais/AFP - 03.06.2022","subtitle":"I\u00eamen

O I\u00eamen, um dos pa\u00edses mais pobres do Oriente M\u00e9dio, enfrenta um grande conflito desde 2014, mas que tem origens em 2011, durante a Primavera \u00c1rabe, quando o ent\u00e3o presidente Ali Abdullah Saleh precisou deixar o governo para seu vice, Abdrabbuh Mansour Hadi

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","content":null,"position":12},{"width":1280,"height":853,"url":"https://img.r7.com/images/sudao-guerra-09062022144845520","author":"Mohamed Nureldin Abdallah/Reuters - 12.05.2022","subtitle":"Sud\u00e3o

O Sud\u00e3o sofreu em outubro do ano passado mais um golpe de Estado. O pa\u00eds \u00e9 conhecido por seu longo hist\u00f3rico de conflitos armados, que come\u00e7aram antes da independ\u00eancia da Inglaterra, em 1959, e se estendem at\u00e9 hoje, passando pela separa\u00e7\u00e3o do Sud\u00e3o do Sul, em 2011

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","content":null,"position":13},{"width":544,"height":595,"url":"https://img.r7.com/images/sudao-guerra-09062022143609788","author":"Divulga\u00e7\u00e3o/ONU","subtitle":"O pa\u00eds enfrentou longas guerras civis (de 1955 a 1972 e de 1983 a 2005) e a ditadura de Omar al-Bashir, que durou de 1989 a 2019

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","content":null,"position":15},{"width":1024,"height":682,"url":"https://img.r7.com/images/sudao-guerra-09062022144844308","author":"Amanuel Sileshi/AFP","subtitle":"Atualmente, as negocia\u00e7\u00f5es, intermediadas pela ONU, tentam encontrar uma solu\u00e7\u00e3o para o conflito. Entretanto, as a\u00e7\u00f5es n\u00e3o contam com o apoio do principal grupo pr\u00f3-democracia, que organiza um boicote contra a repress\u00e3o dos militares

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