Kelven foi assassinado ‘de graça’, o amigo seria o alvo foi baleado na bunda em Parati, Anchieta na manhã deste sábado

Saíram juntos da Festa de Recanto do Sol, Kelven foi assassinado com vários tiros na cabeça em Parati, Victor que estava com ele acabou baleado na bunda e no tornozelo em Anchieta. Nenhum dos dois jovens possuem passagem pela polícia A dinâmica do crime será investigada pela Polícia Civil – PC que abrirá inquérito para ... O post Kelven foi assassinado ‘de graça’, o amigo seria o alvo foi baleado na bunda em Parati, Anchieta na manhã deste sábado apareceu primeiro em Jornal Espírito Santo Notícias.

Kelven foi assassinado ‘de graça’, o amigo seria  o alvo foi baleado na bunda em Parati, Anchieta na manhã deste sábado

Saíram juntos da Festa de Recanto do Sol, Kelven foi assassinado com vários tiros na cabeça em Parati, Victor que estava com ele acabou baleado na bunda e no tornozelo em Anchieta. Nenhum dos dois jovens possuem passagem pela polícia

Kelven saia de uma festa em Parati quando foi morto – foto/ Divulgação

A dinâmica do crime será investigada pela Polícia Civil – PC que abrirá inquérito para apurar o homicídio ocorrido às 6h deste sábado 25, na pacata Parati, em Anchieta. O ajudante de pedreiro, Kelven Júnior Ribeiro Valadares, 22 anos, residente no bairro Nova Anchieta foi assassinado com vários tiros na cabeça e nas costas. E Victor de Farias Mafaldo, 23 anos, que estava com Kelven foi tingido um tiro na bunda e um no tornozelo. Ele foi socorrido ao Pronto Atendimento – PA.

De acordo com informações da Polícia Militar – PM, a possível arma usada no homicídio cometido contra Kelven e na tentativa contra Victor seria uma submetralhadora e o crime pode ter mais de um assassino envolvido pela quantidade de munições encontradas no local.

Kelven e Victor estavam na Festa de Recanto do Sol, interior de Anchieta nesta sexta-feira, 24, e segundo informações de populares a vítima morta não era o alvo dos assassinos que teriam jurado matar Victor, por conta de disputa de tráfico de drogas na comunidade do Recanto do Sol. Porém, Vitor foi baleado na bunda e no tornozelo, teria saído correndo em direção a Praia. Mesmo ferido ele conseguiu chegar até a sede em Anchieta, em frente a Prefeitura onde acabou sendo socorrido e levado ao PA.

A motivação para o crime ainda não é de conhecimento da Polícia Militar que tão logo acionada se dirigiu a Parati, fez o isolamento da área e acionou a Perícia da Polícia Civil que esteve no local, periciou e recolheu o corpo do jovem Kelven ao Serviço Médico Legal – SML de Cachoeiro de Itapemirim, onde será necropsiado e liberado para sepultamento.

Nenhum dos dois jovens tem passagem pela polícia. Kelven teria sido assassinado por estar junto com Victor. Pela quantidade de tiros, os assassinos estavam com muita raiva das vítimas. Casas, portões, asfalto ficaram as marcas das munições em Parati. A Polícia Civil estará desvendando mais este homicídio na Terra do Santo José de Anchieta.

Trabalhava na obra da futura sede do jornal

Kelven Júnior Ribeiro Valadares tinha 22 anos. Há uma semana ele estava trabalhando como ajudante de pedreiro na fundação da futura sede do jornal em Piúma. Junior como era chamado, não possuia vícios e era um rapaz muito na dele. Já estava há cerca de quatro anos trabalhando para o pedreiro Ilton Ferreira Lã Junior, quem pegou a empreitada da obra.

“Ele era um menino bom, trabalhador, tranquilo, inclusive estavamos falando sobre Deus ontem com ele. Eu falei que se o Senhor voltasse para nos buscar no momento em que estivéssemos em uma balada, não iríamos entrar pela porta da graça. Tive oportunidade de trabalhar com ele a semana toda, era um jovem sem vícios, não reclamava de nada. Inacreditável, o que ocorreu com ele. Possivelmente estava com pessoas erradas, má companhia”, comentou o pedreiro.

Há duas semanas a jornalista Luciana Maximo deu início a obra que será futuramente a sede do jornal, contratou o pedreiro para a empreitada e Ilton levou o ajudante Kelven, e nesta quinta a tarde todos lancharam juntos. “Eu fui levar umas ferramentas para o pedreiro, aproveitei levei um lanche para eles. E ainda brinquei: este menino não fala nada. Muito quieto, na dele. Não consigo acreditar. Peço a Deus que traga para a família dele todo o conforto neste momento de estrema dor e tristeza. Lamento muito por tudo isso que ocorreu. Espero que a polícia encontre logo os assassinos e entreguem-nos a justiça”, ressaltou Luciana.

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