Mulheres velejadoras largam casa e lutam contra machismo em alto-mar

Crescimento da busca por barcos no país durante a pandemia é acompanhado pelo avanço de comandantes que enfrentam sozinhas agruras da vida náutica

Mulheres velejadoras largam casa e lutam contra machismo em alto-mar
A desenhista industrial Patrícia Larica, que se mudou para um barco em 2019, navega em Angra dos Reis. Terra firme, só para fazer compras no supermercado e para passeios rápidosHermes de Paula/Agência O Globo

A designer leva uma vida nômade entre as cidades de Angra dos Reis e Paraty, no estado do Rio, e Ilhabela, em São Paulo, desde quando percebeu que a vida acelerada e consumista da cidade não a agradava mais. Apaixonada pelo mar desde criança, por influência do pai, ela fez curso para se tornar mestre-amadora de veleiros e tem autorização para realizar navegações costeiras em seu barco, com capacidade para acomodar até quatro pessoas.

Carina Seixas, 39 , vive em um veleiro há sete anos e oferece experiencias a bordo exclusivamente para mulheresDivulgação

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