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O Guia da Cidade

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Uma menina de 9 anos foi algemada pela polícia após um colapso dentro da escola em que estuda em Sidney, na Austrália. Makayla tem autismo, ansiedade, transtorno desafiador de oposição, síndrome de Tourette e também transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH).

Conforme a mãe da criança, Megan, essa combinação de distúrbios pode fazer com que a garota tenha colapsos incontroláveis ​​e, às vezes, violentos. Após ser algemada pela polícia, a menina foi fortemente sedada e levada a um hospital.

“Eu só quero ser uma família normal. Eu quero deixar a mamãe orgulhosa”, desabafou Makayla ao canal de televisão australiano 9News.

De acordo com a mãe da menina, a filha precisa de mais ajuda especializada e lamentou que o governo lide desta forma com a saúde mental das pessoas que precisam de ajuda.

No entanto, ela enfatizou que não culpa a polícia, profissionais de saúde, cuidadores, escola ou equipe de emergência que atenderam o incidente. Para Megan, o sistema está falhando em fornecer intervenções especializadas, tratamento e apoio para crianças como Makayla.

“Estamos apenas sendo bloqueados em todos os lugares que vamos”, disse a mãe da menina. Após a repercussão do caso, o ministro da saúde australiano, Brad Hazzard, informou ao 9news que entrará em contato com a família de Makayla para “tentar descobrir o que aconteceu”.

Quinta, 29 Outubro 2020 17:01

Tenet chega aos cinemas brasileiros

Adiado várias vezes por causa da pandemia de coronavírus, “Tenet” finalmente estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta (29/10), mas sem causar o furor imaginado pela Warner, quando o estúdio resolveu apostar que seu lançamento faria o público perder o medo da covid-19 para lotar novamente as salas de exibição. Como o Brasil é o penúltimo país do mundo a recebê-lo – antes apenas da Argentina – , o desencanto com seu desempenho já se tornou constatação.
Em números frios, “Tenet” acabou faturando US$ 341 milhões em todo o mundo, após mais de dois meses de exibição, mas não empolgou o público na América do Norte, onde sua bilheteria estacionou em US$ 52,5 milhões. Orçado em cerca de US$ 200 milhões, ele deveria fazer três vezes esse valor na bilheteria – uma regrinha tosca para chegar no break even, o ponto de equilíbrio em que o prejuízo acaba. Ficou longe de conseguir e essa dificuldade serviu de alerta para os estúdios rivais, que decidiram adiar todos seus grandes lançamentos para 2021 – ou, no caso da Disney, disponibilizá-los diretamente em streaming.

Há quem argumente que “Tenet” foi a aposta errada para ser o grande chamariz do público e ressuscitar o parque exibidor. Não é nenhuma franquia e ainda quis ser “difícil” em toda sua campanha publicitária. Pior, sua suposta ousadia nem sequer encantou a crítica, tradicionalmente seduzida pelas obras do diretor Christopher Nolan. Ficou com 71% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o que significa que é bom, mas não é imperdível.

O filme tem sequências fantásticas, como uma perseguição de carros em marcha a ré, mas sua história de espionagem é bastante simplória – impedir um vilão de destruir o mundo – , embora Nolan tente complicá-la por meio de uma artifício de estilo, ao brincar com a linearidade do tempo. Nolan iniciou sua carreira contando um filme de trás para frente – “Amnésia”, em 2000. Desta vez, faz o tempo avançar e recuar em situações-chaves, utilizando como desculpa para essa opção narrativa uma invenção cartunesca de vilão típico dos thrillers de James Bond.

Rodado em sete países com câmeras IMAX e filme analógico de 70mm, “Tenet” tem um visual espetacular e um elenco impressionante, que inclui John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, sem esquecer de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”).

A outra “grande” estreia de cinema deste fim de semana é a comédia nacional “De Perto Ela Não É Normal”, mais um monólogo teatral transformado em filme, depois do sucesso de “Minha Mãe É uma Peça” e “Os Homens São de Marte… E é pra Lá que eu Vou”. Suzana Pires adapta e estrela a versão de cinema da peça que ela apresentou nos palcos em 2006.

A protagonista é Suzy, uma mulher madura, casada com seu namoradinho de infância (Marcelo Serrado) e com duas filhas crescidas, que segue exatamente a vida tradicional prescrita por sua mãe. Mas quando as filhas saem de casa e ela reencontra sua Tia Suely, Suzie resolve dar uma guinada na vida e ir em busca de si mesma, evoluindo da condição de “mãe de família” para mulher empoderada e bem-sucedida.

A direção é de Cininha de Paula (“Crô em Família” e “Duas de Mim”) e o elenco é cheio de celebridades televisivas, que ajudam a dar maior apelo popular a seu tipo de humor – cheio de piadas escatológicas. Entre os famosos do elenco estão as cantoras Ivete Sangalo e Gaby Amarantos, os apresentadores Angélica e Otaviano Costa, os comediantes Samantha Schmütz, Heloisa Perissé, Orlando Drummond e Cristina Pereira, o ex-“A Fazenda” Gominho, o veterano símbolo sexual Henri Castelli e a travesti Jane Di Castro, que faleceu na sexta passada (23/10). O filme foi seu último trabalho.

Há mais uma ficção brasileira na lista: “Cabrito”, terror premiado no festival Fantaspoa. Primeiro longa escrito e dirigido por Luciano de Azevedo, o filme é uma ampliação do curto homônimo do cineasta, lançado em 2015, e sua coleção de bizarrices, contadas ao longo de três capítulos, é a única alternativa disponível para quem busca um programa cinematográfico de Halloween (31/10).

O circuito de arte, por sua vez, destaca a comédia “Tel Aviv em Chamas”, que traz o conflito entre palestinos e israelenses para os bastidores de um programa de TV. O filme de Sameh Zoabi foi premiado no Festival de Veneza e pela Academia de Cinema de Israel.

A programação se completa com dois documentários nacionais.

Veja abaixo os trailers dos seis lançamentos desta quinta (29/10).

Getty Images

Naquela que foi uma das cidades mais afetadas por um vírus sobre o qual — naquela época — pouco se falava e do qual nada se sabia, a vida voltou ao normal
E não só isso. Para a surpresa de muitos, Wuhan — onde o coronavírus Sars-CoV-2 foi detectado pela primeira vez, há quase um ano — agora se tornou um dos principais pontos turísticos da China.
Somente durante a Semana Dourada, período festivo do gigante asiático que vai de 1 a 7 de outubro, a Província de Hubei atraiu mais de 52 milhões de turistas que geraram receitas de aproximadamente US$ 5,2 bilhões, o equivalente a R$ 29 bilhões.
E Wuhan, a capital regional, recebeu quase 19 milhões de visitantes, segundo dados do Departamento de Cultura e Turismo da Província.
Ao mesmo tempo, grande parte do mundo é atingido por uma segunda onda de covid-19 , que em alguns países até afetou mais pessoas do que a primeira.
Na França, o governo impôs toque de recolher em oito cidades, incluindo a capital, Paris. No Reino Unido, há uma situação semelhante: Londres e outras regiões da Inglaterra entraram em uma espécie de retorno ao confinamento, que as impede de encontrar pessoas de outras que moram em outras casas em locais fechados.
No continente americano, a situação não é melhor.
Pela primeira vez desde o final de julho, os Estados Unidos (que já acumulam pelo menos 225 mil mortes por coronavírus) ultrapassaram 83 mil casos em um único dia na sexta-feira (23/10), enquanto a América Latina e Caribe superaram 10 milhões de casos positivos, com Brasil, Argentina, Colômbia, Peru e México encabeçando a lista por número de casos.
No entanto, do outro lado do mundo, "a cidade heróica", como a apelidou o presidente chinês Xi Jinping, o vírus parece uma lembrança desagradável e especialmente distante, se acreditarmos nos números oficiais.
O governo chinês garante que em Wuhan não há um único caso de coronavírus. No entanto, várias organizações e especialistas acreditam que essa afirmação deve ser vista com cautela.
O 'renascimento' de Wuhan
No marco das comemorações do Dia Nacional da República Popular da China , o governo de Xi Jinping organizou um ato em uma estação de trem em Wuhan e, em um vídeo do evento publicado nas redes sociais, milhares de pessoas são vistas reunidas cantando e agitando a bandeira chinesa.
"Wuhan renasce depois da covid-19 com mais força e vitalidade", disse Hua Chunying, diretora adjunta do Departamento de Informação do Ministério das Relações Exteriores, ao postar um vídeo promocional no Twitter.

Por BBC News Brasil | Norberto Paredes - @norbertparedes - BBC News Mundo | 28/10/2020 08:24
BBC News Brasil

Wuhan
Getty Images/BBC
A Torre do Grou Amarelo é um dos pontos turísticos mais visitados de Wuhan
Naquela que foi uma das cidades mais afetadas por um vírus sobre o qual — naquela época — pouco se falava e do qual nada se sabia, a vida voltou ao normal.

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E não só isso. Para a surpresa de muitos, Wuhan — onde o coronavírus Sars-CoV-2 foi detectado pela primeira vez, há quase um ano — agora se tornou um dos principais pontos turísticos da China.

Somente durante a Semana Dourada, período festivo do gigante asiático que vai de 1 a 7 de outubro, a Província de Hubei atraiu mais de 52 milhões de turistas que geraram receitas de aproximadamente US$ 5,2 bilhões, o equivalente a R$ 29 bilhões.


E Wuhan, a capital regional, recebeu quase 19 milhões de visitantes, segundo dados do Departamento de Cultura e Turismo da Província.

Ao mesmo tempo, grande parte do mundo é atingido por uma segunda onda de covid-19 , que em alguns países até afetou mais pessoas do que a primeira.

Na França, o governo impôs toque de recolher em oito cidades, incluindo a capital, Paris. No Reino Unido, há uma situação semelhante: Londres e outras regiões da Inglaterra entraram em uma espécie de retorno ao confinamento, que as impede de encontrar pessoas de outras que moram em outras casas em locais fechados.

No continente americano, a situação não é melhor.

Pela primeira vez desde o final de julho, os Estados Unidos (que já acumulam pelo menos 225 mil mortes por coronavírus) ultrapassaram 83 mil casos em um único dia na sexta-feira (23/10), enquanto a América Latina e Caribe superaram 10 milhões de casos positivos, com Brasil, Argentina, Colômbia, Peru e México encabeçando a lista por número de casos.

No entanto, do outro lado do mundo, "a cidade heróica", como a apelidou o presidente chinês Xi Jinping, o vírus parece uma lembrança desagradável e especialmente distante, se acreditarmos nos números oficiais.

Turistas em Wuhan.
Getty Images
Wuhan recebeu quase 19 milhões de turistas de 1 a 7 de outubro, mais do que qualquer outra cidade chinesa
O governo chinês garante que em Wuhan não há um único caso de coronavírus. No entanto, várias organizações e especialistas acreditam que essa afirmação deve ser vista com cautela.

O 'renascimento' de Wuhan
No marco das comemorações do Dia Nacional da República Popular da China , o governo de Xi Jinping organizou um ato em uma estação de trem em Wuhan e, em um vídeo do evento publicado nas redes sociais, milhares de pessoas são vistas reunidas cantando e agitando a bandeira chinesa.

"Wuhan renasce depois da covid-19 com mais força e vitalidade", disse Hua Chunying, diretora adjunta do Departamento de Informação do Ministério das Relações Exteriores, ao postar um vídeo promocional no Twitter.


Para Vivian Hu, editora do serviço chinês da BBC, o governo de Xi Jinping, com a ajuda da mídia estatal, está tentando passar a imagem de que está tudo bem em Wuhan, que as pessoas estão se divertindo e que prosperidade e normalidade estão de volta.

"E até certo ponto, é verdade: as pessoas estão viajando por toda a China e principalmente para Wuhan. Sim, a cidade parece ter voltado ao normal, mas para muitas pessoas e muitos empresários as coisas não são como antes e ainda há muita preocupação ", diz a jornalista, em Hong Kong.

"Mas a mensagem que recebemos da propaganda chinesa é que o governo conseguiu controlar a pandemia com sucesso", acrescenta.

Até 27 de outubro, a China contabilizava 91.185 casos de covid-19 e menos de 5 mil mortes, enquanto os Estados Unidos, com uma população 4 vezes menor, registrou mais de 8,7 milhões de casos e pelo menos 225 mil mortes.

"Há novos casos na China, mas aparentemente não em Wuhan. Se há novos casos, o governo deixa claro que está fazendo todo o possível para conter o novo surto de maneira eficiente e rápida", explica Hu.

As políticas que impulsionaram o setor
A ressurreição de Wuhan como destino turístico preferido dos chineses não se deve ao acaso. Na verdade, deve-se em parte a políticas do governo.

Em agosto, o governo de Hubei anunciou que cerca de 400 pontos turísticos da Província estariam abertos a visitantes de todo o país gratuitamente a partir do dia 8 daquele mês até o final do ano.

E embora o número de visitantes a esses lugares esteja limitado a 50% de sua capacidade máxima e os visitantes devam ser submetidos a controles de temperatura, a resposta foi inesperada.

Muitos dos turistas que escolheram Wuhan durante a Semana Dourada visitaram a histórica Torre do Grou Amarelo, localizada no centro da cidade. A estrutura atual, construída em 1981, foi um dos locais de entrada gratuita patrocinados pelo governo chinês.

De acordo com a agência de notícias Xinhua, pelo menos mil agências de viagens e mais de 350 hotéis aderiram à campanha do governo, oferecendo descontos aos visitantes.

Para alguns analistas, o ressurgimento de Wuhan como destino turístico demonstra a confiança dos chineses no manejo da pandemia pelas autoridades locais e representa uma oportunidade de ouro para impulsionar a degradada indústria.

Uma 'vitória' do governo
E também simboliza uma vitória do governo chinês.

Vincent Ni, um especialista em China do serviço mundial da BBC, aponta que de fato o governo chinês pode estar usando Wuhan para fins de propaganda, mas a campanha é "baseada em fatos", que "mostram que a situação tem melhorado".

O plenário do Supremo Tribunal Federa l (STF) julgou improcedente, de forma unânime, uma ação do PSOL ajuizada contra a reforma do Ensino Médio feita durante o governo do ex-presidente Michel Temer , em 2017. A mudança foi proposta por meio de medida provisória e convertida em lei pelo Congresso Nacional , o que resultou na crição da Política de Fomento à Implementação de Escolas de Ensino Médio. O julgamentoi foi feito em plenário virtual e terminou na última sexta-feira (23).
A norma também alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
O partido alegava a inobservância dos critérios constitucionais de relevância e urgência para a edição de medidas provisórias e sustentava que o tratamento de um tema de tal complexidade por esse meio, com pouco prazo para debate, seria temerário e pouco democrático.
Inicialmente, o relator do caso, ministro Edson Fachin, havia extinguido a ação, em razão da conversão da medida provisória em lei. Posteriormente, reconsiderou sua decisão e deu continuidade ao trâmite da ação, para julgamento definitivo pelo plenário.

fonte: Agência Brasil


A Caixa realiza quarta-feira (27) o pagamento de R$ 1,7 bilhão do auxílio emergencial para 3,6 milhões de brasileiros nascidos em outubro, como parte do Ciclo 3. Desse total, 1,3 milhão receberão R$ 900 milhões referentes as parcelas do auxílio emergencial. Os demais, 2,3 milhões, serão contemplados com a primeira parcela extra do auxílio emergencial, em um montante de R$ 800 milhões. Este grupo fez a inscrição para recebimento do cadastro através do site ou aplicativo, ou no Cadastro Único.
A partir desta data, os valores já podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem para pagamento de boletos, compras na internet e pelas maquininhas em mais de um milhão de estabelecimentos comerciais. Os saques e transferências para quem recebe o crédito nesta quarta serão liberados a partir do dia 1 de dezembro.
Na quinta-feira (dia 28) será a vez de 3,5 milhões de beneficiários nascidos em novembro. Desse total, 1,3 milhão receberão R$ 900 milhões referentes as parcelas do auxílio emergencial. Os demais, 2,2milhões, serão contemplados com a primeira parcela extra do auxílio. Os saques e transferências só serão permitidos a partir do dia 5 de dezembro. No próximo domingo (dia 1 de novembro), os nascidos em dezembro recebem o depósito que poderão também savar em 5 de dezembro.
O benefício criado em abril pelo Governo Federal foi estendido até 31 de dezembro por meio da Medida Provisória (MP) nº 1000. A prorrogação do auxílio será paga em até quatro parcelas de R$ 300,00 cada e, no caso das mães chefes de família monoparental, o valor é de R$ 600,00.

Keanu Reeves cortou a cabeleira de Johnny Silverhand, de Cyberpunk 2077, e ficou careca para reprisar o papel de Neo em Matrix 4.
O ator aparece junto à namorada, a artista plástica Alexandra Grant, na Alemanha. As imagens são da revista People. Confira:
Matrix 4: Keanu Reeves está careca para novo filme© Fornecido por IGN Brasil Matrix 4: Keanu Reeves está careca para novo filme
Keanu Reeves está careca para Matrix 4. Imagem: Splash / People
Matrix 4: Keanu Reeves está careca para novo filme© Fornecido por IGN Brasil Matrix 4: Keanu Reeves está careca para novo filme
Keanu Reeves careca ao lado da namorada Alexandra Grant. Imagem: Splash / People
A falta de cabelo remete ao momento em que Neo desperta, descobrindo que faz parte do sistema alimentado pelo subconsciente, criado por máquinas para dominar a humanidade.
Além de Keanu Reeves, o filme contará com o retorno de Carrie-Anne Moss para interpretar Trinity. Já Laurence Fishburn, ator de Morpheus, não foi convidado para participar da sequência.
Matrix 4 estreará em 1º de abril de 2022.

© Sérgio Lima/Poder360
O Brasil tinha pelo menos 157.946 mortes por covid-19 até as 18h desta 3ª feira (27.out.2020). São 549 vítimas a mais que no dia anterior. Os dados são do Ministério da Saúde.
Brasil registra 746 mortes a cada milhão de habitantes
11.ago.2020 Brasil registra 746 mortes a cada milhão de habitantes
O país contabiliza 5.439.641 casos de covid-19, segundo a pasta. Acréscimo de 29.787 casos em 24 horas.

Cerca de 4,9 milhões de pessoas se recuperaram da doença até o momento. Outras 378 mil estão em acompanhamento.

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