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Quarta, 23 Setembro 2020 11:10

MP apura em Macapá fraudes em contratações pagas com verbas indenizatórias de vereadores


Promotores querem saber se pesquisas sociais foram realizadas até mesmo durante a pandemia. Operação 'Caro Edil' foi deflagrada nesta quarta-feira (23). MP recebeu denúncias de que não houve prestação
de serviços pagos com verbas indenizatórias de vereadores da Câmara Municipal de Macapá Caio Coutinho/G1 Deflagrada nesta quarta-feira (23), a operação "Caro Edil" apreendeu documentos e equipamentos para investigar indícios de desvio de verbas indenizatórias entre vereadores de Macapá e empresas. Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos em empreendimentos e residências na capital. A investigação tem como alvo contratações feitas por vereadores de empresas que realizam pesquisas sociais para saber as necessidades da população. A cada quatro anos, o vereador interessado assina um contrato, pago com recursos de verba indenizatória. Cada vereador, segundo o MP, dispõe de R$ 20 mil todo mês para gastos com atividades de mandato, como locação de veículos e aquisição de combustíveis Operação apreendeu equipamentos eletrônicos e documentos Caio Coutinho/G1 O serviço de pesquisas sociais foi renovado e/ou contratado por parlamentares durante a pandemia da Covid-19, por mais 4 anos. Diante disso, o MP recebeu denúncias e desconfiou se as pesquisas continuaram a ser feitas ou não nesse período em que o contato humano precisou ser evitado e muitos serviços públicos e privados foram suspensos. O Ministério ainda não sabe quantos vereadores estariam envolvidos no possível desvio de recursos públicos. Prédio do Complexo Cidadão Zona Sul, que reúne Promotorias de Justiça de Macapá, do Ministério Público do Amapá Caio Coutinho/G1 Para apurar, nesta quarta-feira foram apreendidas notas fiscais com valores que variavam entre R$ 5 mil e R$ 8 mil, além de sequestrados computadores e aparelhos eletrônicos. De acordo com os promotores, o valor gasto com esses serviços, em quatro anos, chega a R$ 3,6 milhões. A investigação é conduzida pela Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Macapá (Prodemap). A operação contou com auxílio da Polícia Civil e de oficiais da Justiça estadual. Promotores de Justiça Afonso Guimarães (à esq.) e Laércio Mendes Nunes (à dir.) explicam operação Caio Coutinho/G1 Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá ASSISTA aos vídeos mais recentes do G1 AP:
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