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Quinta, 02 Mai 2019 17:26

Alunos de Macapá não conseguem chegar à escola devido inundação de ramal; aulas foram suspensas


Estudantes do Ambé não têm atividades desde terça-feira (30). Transportes escolares ficaram parados no meio de ramal inundado em comunidade quilombola de Macapá Marta Pereira/Arquivo Pessoal O que
era para ser uma estrada mais parece um grande lago. Esse é o cenário em dias de chuva no ramal que dá acesso à comunidade quilombola do Ambé, a cerca de 80 quilômetros de Macapá. Alguns dos prejudicados são os alunos que precisam chegar à vila para estudar. Eles já tiveram as aulas suspensas por causa do problema. Desde terça-feira (30), a Escola Quilombola Estadual Joaquim Manuel de Jesus Picanço não tem aulas, já que os três veículos que fazem o transporte dos alunos das comunidades próximas até a vila tiveram problemas mecânicos ao tentarem passar pelo alagamento, segundo a diretora da instituição. "Sempre que chove acontecem essas enchentes e nós temos que paralisar as aulas. Há seis anos que nós não conseguimos nem ter férias no mês de janeiro em decorrência dessas paralisações, porque temos que repor para cumprir corretamente o ano letivo", relatou a diretora Marta Pereira, que trabalha há oito anos na escola. Ao todo, 68 alunos estudam na Joaquim Picanço atualmente. Eles cursam do 1º ao 5º ano do ensino fundamental e o ensino médio modular, e a maioria mora em outras comunidades. Para Antônio José Coutinho, presidente da Associação de Quilombolas do Ambé, a situação acontece por conta do desnivelamento entre o ramal e o acostamento, o que faz a água escoar por cima da via. "O erro é o campo que está mais alto do que a estrada. Com esse excesso de chuva, acontece que a água escorre para o ramal, aí vem o alagamento. Tem que ser feita pelo menos uma ação para deixar o nível da estrada na altura do campo", declarou Coutinho, que representa os cerca de 90 moradores do Ambé. Os custos de conserto dos veículos vão ser pagos pelos próprios transportadores, segundo a diretora da escola, que também garantiu que as aulas devem retornar na segunda-feira (6). Ela destaca ainda que nunca viu serem feitas ações de reparos nos ramais da comunidade. "Na estrada principal único trabalho que é feito, isso de vez em quando, é a raspagem da pista, por isso ela fica mais baixa que o acostamento. Mas nossos ramais, que é onde o transporte entra para buscar os alunos, nunca foram atendidos", reinvidou a diretora. O G1 tentou contato com a Secretaria Municipal de Obras (Semob) ao longo da manhã desta sexta-feira (3), mas até última atualização desta reportagem, não obteve respostas se a prefeitura fará intervenções para evitar transtornos na comunidade. Estrada da comunidade quilombola do Ambé parece um lago em dias de chuva Marta Pereira/Arquivo Pessoal Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá.
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