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Quarta, 01 Mai 2019 19:18

Pacientes são indiciados após pagarem dívidas pessoais com auxílio financeiro para exame


Eles acionaram o MPE para terem direito ao recurso público no valor de R$ 800 e realizarem ressonância magnética, mas não fizeram o exame e nem prestaram contas.
Exame teria sido feito em uma unidade médica particular TV TEM/Reprodução A Policia Civil indiciou três pacientes, sendo dois homens e uma mulher, pelo uso indevido de recurso público da Saúde no valor de R$ 800, cada. O dinheiro foi liberado pelo governo do Amapá e deveria ter sido usado no pagamento de exame de ressonância magnética, porém, as pessoas utilizaram o auxílio para quitação de dívidas pessoais. O caso aconteceu em 2014 e, segundo a polícia, os indiciados vão responder por apropriação indébita e a pena prevista é de um a quatro anos de prisão. O inquérito foi finalizado nesta quinta-feira (2). De acordo com as investigações, para terem acesso ao auxílio financeiro, os pacientes formalizaram reclamação no Ministério Público do Estado (MPE) alegando estarem em estado crítico de saúde, por isso necessitavam da ressonância magnética em caráter de urgência. Como o serviço, à época, estava suspenso no sistema público de saúde, a verba liberada era para que eles pagassem o exame em clínica particular. O MPE então ajuizou uma Ação Civil Pública para que o estado liberasse o recurso. No entanto, após sacarem o dinheiro, nenhum dos três pacientes realizou o exame, não prestaram contas e nem ressarciram o valor aos cofres públicos. Rogério Campos, titular da Defaz Rede Amazônica/Reprodução Em depoimento ao delegado Rogério Campos, titular da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Fazenda Pública (Defaz), os indiciados alegaram terem usado o dinheiro para quitar dívidas. "Eles disseram que usaram o dinheiro para pagar dívidas, que estavam com dificuldades financeiras e acabaram desviando o recurso, que tinha uma destinação específica", disse. Campos alerta que o uso do dinheiro público deve passar por prestação de contas ou esclarecimentos, o que não foi feito pelos três pacientes. Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá.
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