Quinta, 02 Mai 2019 16:38

Advogada suspeita de apresentar documentos falsos durante audiência é detida em Divinópolis


Segundo a ata da audiência, ela fraudou um documento para pagamento de uma consignação. Advogada suspeita de fraude foi presa após ser levada pela Polícia Federal durante uma audiência Divulgação/TRT A
advogada Keila Celia da Silva Gontijo, que foi levada para a Delegacia da Polícia Federal em Divinópolis na manhã desta sexta-feira (3) após uma audiência no Fórum da Justiça do Trabalho, foi presa suspeita de fraude. Segundo a ata da audiência, a qual o G1 teve acesso na tarde desta sexta, ela teria fraudado um documento para o pagamento de uma consignação a um funcionário de uma empresa que havia falecido. Keila seria a advogada desta empresa. O documento afirma que um então cliente de Keila, de idade não divulgada e responsável pela empresa, foi informado pela advogada de que ela fez um depósito no valor de R$ 3.677,69 dentro da ação e que, por isso, precisava de um reembolso por parte do cliente. Ela também teria enviado um comprovante de pagamento. Porém, segundo a ata, a advogada depositou apenas R$ 677,69 do valor citado e teria alterado dados na guia que consta no processo. Após o cliente questionar Keila, ela teria afirmado que o juiz da 2ª Vara do Trabalho de Divinópolis, Bruno Alves Rodrigues, teria imposto uma multa à ação. O G1 tentou contato com o juiz para saber se ele deseja se manifestar sobre o caso e aguarda retorno. A ata afirma que o cliente desconfiou da atitude de Keila, acionou outro advogado e fez registros em cartórios de conversas por aplicativo com a suspeita. Durante a audiência realizada nesta terça-feira (30), Keila foi destituída do caso e conduzida para a Delegacia da Polícia Federal e presa suspeita de fraude. A reportagem procurou o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Divinópolis, Manoel Brandão, que informou que "o fato é um acontecimento isolado e será apurado de acordo com o devido processo legal". O G1 também procurou o delegado da Polícia Federal, Daniel Fantini, que está à frente das investigações para saber por quais crimes ela responderá, mas foi informado de que ele estava realizando oitivas referentes ao caso e, por isso, não poderia atender à reportagem. Não foi informado se Keila tem defesa, por isso não foi possível entrar em contato.
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