Sábado, 11 Mai 2019 18:27

Risco de rompimento faz nível de represa ser reduzido em Paraisópolis, MG


Represa teve que ser esvaziada e agora está com 5 metros abaixo do nível normal. Com cinco metros abaixo do nível normal, a Represa de Paraisópolis (MG) está bem
diferente. Antes ela era considerada um cartão postal, mas agora traz preocupação aos moradores. Um laudo de vistoria atestou que a barragem poderia se romper. A barragem foi construída na década de 1960 para captar água. Ao longo dos anos, uma nova fonte de abastecimento foi construída. Mas o lago artificial do bairro Machadão se imortalizou como cartão postal. A obra foi feita em um lugar privilegiado, na Serra da Mantiqueira, com 1,4 mil metros de altitude. Uma represa gigante, ocupando uma área de 12 hectares. Só que em novembro do ano passado veio um alerta. Segundo o laudo de vistoria, a barragem poderia se romper, já que tinha infiltrações e rachaduras na lateral. Esse diagnóstico apontou a necessidade em caráter de urgência, de obras de recuperação. Segundo o prefeito, por isso a água precisou ser retirada. "Tudo isso com laudo, tudo isso com estudo, tudo feito por profissional competente, pois nós não entendemos nada disso, então nós temos que buscar a pessoa que entenda", disse o prefeito Sérgio Wagner Bizarria. Risco de rompimento fez represa ficar com 5 metros abaixo do nível em Paraisópolis Reprodução EPTV A situação no Brejo Grande se tornou motivo de preocupação aos moradores. A câmara chegou a fazer um requerimento pedindo acesso ao laudo técnico, que foi entregue aos vereadores em fevereiro deste ano. "Ela não tem risco de rompimento hoje por ter sido abaixada, mas nós olhamos onde está o possível rompimento, rachadura, a lona que fala-se no laudo que é para ser trocada diariamente, manutenção diariamente, não é assim que acontece, então a gente está querendo não acusar ninguém, mas que este lugar volte a ser o bonito que era", disse o vereador Éverton de Assis (PHS). A prefeitura garantiu que o cartão postal não será abandonado. "Acredito eu que dentro de um ano, ela já esteja com seu nível restabelecido e esse curativo, eu acredito que dentro de no máximo 90 dias a 180, a gente já resolveu esse problema", completou o prefeito. Veja mais notícias da região no G1 Sul de Minas
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