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Terça, 22 Setembro 2020 22:10

Pesquisa do IBGE aponta que 236 mil paranaenses precisaram fazer algum tipo de empréstimo entre março e julho de 2020


Entre as pessoas que fizeram empréstimo, pelo menos uma a cada quatro conseguiu dinheiro de um parente ou de um amigo; pesquisa foi feita por telefone em mais de
dez mil domicílios do estado. Aumenta o número de empréstimos informais entre amigos e parentes Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que 236 mil paranaenses precisaram fazer algum tipo de empréstimo entre março e julho de 2020, em meio a dificuldades financeiras por causa da pandemia. Além disso, segundo o instituto, entre as pessoas que fizeram empréstimo, pelo menos uma a cada quatro conseguiu dinheiro de um parente ou de um amigo. A pesquisa do IBGE foi feita por telefone em mais de dez mil domicílios. "No Paraná, em 7,2% dos domicílios alguém pediu algum empréstimo. Um em cada sete não conseguiu empréstimo, mas os que conseguiram, mais de um quarto foi o empréstimo com amigo ou parente. Então, é um número significativo de empréstimos informais", disse Lucas Cortez Greseli, técnico em informações geográficas e estatísticas do IBGE. Pesquisa do IBGE aponta que 236 mil paranaenses precisaram fazer algum tipo de empréstimo entre março e julho de 2020 Reprodução/RPC Maria Aparecida da Rocha conta que, quando percebeu dificuldades para quitar as contas da casa, precisou emprestar dinheiro do filho. Porém, segundo ela, a dívida com ele também já está paga. "Peguei do meu filho R$ 1 mil emprestado. Meu marido precisou porque atrasou a prestação do carro", disse. Entre as pessoas que fizeram empréstimo, pelo menos uma a cada quatro conseguiu dinheiro de um parente ou de um amigo Reprodução/RPC O professor de finanças, Jorge Luís Prado, alerta que dinheiro emprestado sem garantias nem sempre volta para o dono. "Historicamente, esse tipo de crédito não é honrado. Quem concede empréstimo já concede sabendo que não vai receber. Ainda tem o pior, ele vai perder o amigo e vai perder o dinheiro. O que eu recomendo é não emprestar", comentou. A dica dele é o refinanciamento do carro próprio - um tipo de empréstimo que na empresa de Eduardo Lorenzi cresceu 150% com a pandemia. "Você está justamente dando em garantia o seu bem. Então, as taxas são menores do que o crédito pessoal, do que o cheque especial, do que um cartão de crédito, e é uma forma com prazo um pouco maior também, dá para fazer em até 48 vezes", explicou o dono de financeira. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
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