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Terça, 22 Setembro 2020 11:06

Covid-19: Brasil fará teste da vacina em dez mil voluntários em cinco estados

A vacina contra o novo coronavírus (Covid-19), em desenvolvimento pela Oxford-Astrazeneca,

devem ampliar o número de voluntários no Brasil para 10 mil, após autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Antes disso a previsão é que cinco mil brasileiros participassem do estudo, realizado em outros diversos países.

O órgão permitiu a ampliação da faixa etária de participantes nesta nova fase de testagem, que agora irá incluir pessoas maiores de 69 anos. Além disso, os estados do Rio Grande do Norte e do Rio Grande do Sul também irão participar do estudo. Antes, apenas São Paulo, Rio de janeiro e Bahia tinham condições técnicas para realizar os testes

(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

“Quando você aumenta o número de voluntários, você tem uma maior adesão do país à pesquisa. Isso pode influenciar na celeridade dos resultados, pois quanto mais participantes, mais rápido você consegue ter um número suficiente para ter um resultado considerado válido. Ter voluntários maiores de 69 anos vai possibilitar a inclusão em uma eventual bula da vacina como uma população que pode se beneficiar dela”, explica Gustavo Mendes, gerente geral de Medicamentos da Anvisa.

A vacina Oxford-Astrazeneca é considerada a mais avançada em relação outras em andamento. No Brasil, o estudo sobre a vacina está na fase três, onde a mesma é administrada a uma grande quantidade de indivíduos, para que seja demonstrada a sua eficácia e segurança, ou seja, se é capaz de proteger os indivíduos com o mínimo possível de reações adversas.

A avaliação é que a testagem e produção para a vacina contra a Covid-19 está bem acelerada. Desta forma, o médico infectologista Hermeson Luz acredita que, se todo o processo de avaliação for mantido no ritmo atual, é possível termos tudo pronto em janeiro de 2021.

“Esse levantamento da última fase da vacina é de suma importância para termos certeza da segurança. Há pouco tempo tivemos alguns efeitos colaterais que foram relatados e levantados, mas agora a vacina voltou aos testes. Eu acredito que em janeiro possamos ter acesso à essa vacina, mas, óbvio, sempre com os olhos abertos para tentar reconhecer qualquer necessidade de intervenção ou não”, concluiu o médico infectologista.

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Fonte: Brasil 61

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