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Domingo, 06 Setembro 2020 11:32

Estupro contra menores têm queda de 26% no RS; especialistas apontam subnotificação devido à pandemia


Até julho deste ano, foram registrados 1.283 crimes sexuais envolvendo crianças e adolescentes no estado, segundo a Secretaria de Segurança Pública. Para especialistas, as ocorrências não estão sendo feitas,
já que a vítima mora com o agressor. Especialistas alertam para subnotificação em casas de violência contra crianças e adolescentes no RS Reprodução / RBS TV Dados da Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul (SSP) indicam queda de 26% no número de estupros envolvendo crianças e adolescentes no estado, de janeiro a julho deste ano. Para especialistas, a diminuição teria relação com a pandemia de coronavírus, já que as ocorrências não estariam sendo feitas devido a vítima morar com o agressor. Crimes sexuais (de zero a 17 anos) 2020: 1.283 casos 2019: 1.735 casos "Por isso se espera que, ao terminar o isolamento, a gente tenha um aumento desse número que também não vai representar um aumento real naquele momento, mas uma demanda reprimida. Então a gente tem que cuidar muito, em relação às estatísticas, quando se avalia pessoas em situação de vulnerabilidade que podem estar sob julgo de um agressor doméstico", destaca a coordenadora do Centro de Referência Infanto-Juvenil, Angelita Rios. Em Porto Alegre, a diminuição no número de estupros contra menores caiu de 231, no ano passado, para 125, em 2020. Uma queda de 46% no registro de ocorrências. Estupros contra menores no RS (de janeiro a julho) Os casos de agressões físicas envolvendo crianças e adolescentes tiveram queda de 34%, nos sete primeiros meses deste ano, na comparação com 2019. Para a polícia, a maioria dos casos envolve uma relação de parentesco entre vítima e agressor. "A experiência tem demonstrado que o agressor sempre tem uma relação ou de parentesco, ou de hierarquia, de confiança com essa criança", diz o delegado do Departamento Estadual de Proteção a Grupos Vulneráveis, Thiago Solon Albeche. A falta de aulas presenciais também é apontada como um dos motivos para a redução, já que a escola é o local onde o silêncio do abuso é quebrado fora de casa. "Nosso professores não podem ser sobrecarregados. Nós temos que povoas as escolas com profissionais de diversas áreas do conhecimento e blindar as nossas crianças. Elas identificando desde cedo que isso é errado, elas se tornarão adolescentes e adultos melhores", explica o delegado.
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