Sexta, 28 Agosto 2020 18:20

'Coração rasgado', lamenta primo de psicóloga que estava grávida de gêmeos e morreu por Covid-19


Julliane Ferreira Aguiar passou por um parto cesariano, mas as bebês Luíza e Marina também não resistiram. Psicóloga estava grávida de gêmeas Arquivo Pessoal "A família está desolada.
Não é fácil perder uma pessoa e a gente perdeu três". O relato é de um primo da psicóloga Julliane Ferreira Aguiar que estava grávida de gêmeas e morreu em decorrência do novo coronavírus. As bebês Luíza e Marina também não resistiram. (Veja o vídeo abaixo) Julliane tinha 29 anos, estava no sexto mês de gravidez e a seria mãe pela primeira vez. Por causa de complicações da doença, ela passou por uma cesariana para retirar as crianças. Uma das meninas morreu logo após o procedimento e a outra ficou entubada, mas morreu um dia antes da mãe. O primo da psicóloga, Lucas Ferreira Salazar, diz que toda a família tenta superar a morte das três. "A gente está com o coração rasgado porque é uma dor que não passa. A falta dela não vai ser reparada", lamentou. O jovem, que mora em Ipatinga (MG), conta que os parentes estavam ansiosos para ver a felicidade da psicóloga ao se tornar mãe e também para conhecer as meninas que iam aumentar a família. "Haviam projetos, mas vamos ser fortes por elas. As três estão em um lugar melhor agora e é isso que nos conforta", disse Lucas. Primo lamenta a morte de psicóloga e bebês causada pelo coronavírus O primo da psicóloga se emociona ao lembrar os momentos que viveu ao lado de Julliane. "Era uma pessoa totalmente do bem. Todos que conhecem vão lembrar da felicidade e da alegria que ela contagiava". Apesar da tristeza, Lucas fez um alerta e pediu para as pessoas tentem evitar infecções pela Covid-19. "Que isso sirva de lição para todas as pessoas tomarem cuidado e se prevenirem", orientou. A morte Julianne Ferreira não resistiu às complicações do coronavírus Arquivo Pessoal A morte foi na madrugada desta sexta-feira (28) em Araguaína, norte do Tocantins. A psicóloga, que era servidora da Prefeitura, estava internada desde o último domingo (23) no Hospital Dom Orione. Segundo os parentes, ela já se sentia mal há algumas semanas até dar entrada no hospital. "Ela foi alternando dias bons e dias ruins, melhorava e ficava um pouco pior. Tava comunicando com a gente, mandando áudios até que ela passou muito mal na quinta-feira à noite", contou o primo Lucas Ferreira. Após a morte da primeira filha, Julliane continuou o tratamento em uma sala vermelha, onde sofreu duas paradas cardiorrespiratórias e, só depois foi transferida para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os pulmões da paciente estavam comprometidos. Ela não resistiu e morreu um dia depois da outra filha também ir a óbito. Os corpos da psicóloga e das duas bebês foram levados à Arapoema, cidade natal da mulher e onde vivem os parentes. Como forma de homenagem e despedida, os moradores fizeram uma carreata . A Prefeitura de Araguaína também lamentou a morte. Momento em que carro da funerária chega em Arapoema Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.
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