Sábado, 12 Setembro 2020 21:27

Estados Unidos mudam política de restrição para voos saídos do Brasil 

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Voos brasileiros estavam proibidos desde maio Latam / Divulgação

Os Estados Unidos decidiram modificar a restrição de chegada para alguns tipos de voos saídos do Brasil por conta da pandemia do novo coronavírus. O Departamento de Segurança Interna (DHS) dos EUA anunciou neste sábado (12) a mudança, que valerá a partir de segunda-feira (14).

Além do Brasil, também foram incluídos na decisão a China (excluindo as regiões administrativas de Hong Kong e Macau), Irã, região Schengen da Europa, Reino Unido (excluindo territórios estrangeiros fora da Europa) e Irlanda do Norte.

A liberação muda a distribuição dos locais onde esses voos, com passageiros que estiveram nos territórios cidados nos 14 dias anteriores à chegada, poderão pousar. Até então, eles podiam descer em apenas 15 aeroportos espalhados pelos EUA. A partir de agora, essa restrição não será mais aplicada.

A medida, no entanto, não libera a entrada para todos os cidadãos estrangeiros, como chegou a ser noticiado. Poderão entrar no território norte-americano apenas cidadãos dos EUA ou estrangeiros com visto de residência permanente e seus familiares próximos, como vem acontecendo desde maio. 

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A região Schengen da Europa é composta por Alemanha, Áustria, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Estônia, Grécia, Espanha, França, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Liechtenstein, Hungria, Malta, Países Baixos, Polônia, Portugal, Eslovênia, Eslováquia, Finlândia, Islândia, Noruega, Suécia e Suíça.

A restrição de voos saídos do Brasil teve início em 28 de maio. Outros países tiveram a restrição imposta antes. O governo dos EUA informou que está mudando sua estratégia em relação à prevenção da covid-19 e “priorizando outras medidas de saúde pública” para reduzir o risco de transmissões relacionadas a viagens. Segundo o governo, há um melhor entendimento sobre as formas de transmissão do vírus.

“Hoje temos um melhor entendimento sobre a transmissão da covid-19, que indica que sintomas baseados em processos de triagem tem eficácia limitada porque pessoas com covid-19 podem não ter sintomas ou febre no momento da triagem, ou apenas sintomas leves”, informou a embaixada dos EUA no Brasil.

Dentre as ações a serem adotadas pelos Estados Unidos a partir de agora estão a prestação de informações sobre saúde para passageiros antes, durante e depois do voo; a possibilidade de testagem para reduzir o risco de transmissões do vírus, a ampliação dos treinamentos e informações para parceiros do setor de transporte e portos para garantir o reconhecimento da doença e imediata notificação ao Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC); recomendações depois da chegada de passageiros para que monitorem a si mesmos e tomem precauções, incluindo ficar em casa por até 14 dias, dentre outras medidas.

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