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Terça, 20 Setembro 2016 19:42

Aluno da UFU com prêmio e estágio internacional quer ajudar a ciência

() , premiado internacionalmente pela Academia Americana de Neurologia (AAN), com estágio na Harvard Medical School - BostonChildren’s Hospital, em Boston, tenta conciliar as aulas do 10º período do curso

com um grupo de pesquisa de neurociência, medicina e engenharia. Desde que chegou da Universidade de Wisconsin, em Madison - local onde fez parte da graduação - , sonha em prestar residência em neurocirurgia e fazer doutorado em neurociência e doenças cognitivas nos Estados Unidos. Assim, Gusthavo Cândido Pereira Alves espera dar sequência às pesquisas que iniciou no exterior e contribuir para a ciência. Ao G1, ele falou sobre a experiência fora do país e os passos que deu quando retornou ao Brasil.

Gusthavo conta que aos 21 anos se inscreveu no programa Ciência Sem Fronteiras (CSF) e desde então sua vida mudou completamente. Cândido considera o modelo dos Estados Unidos melhor que o adotado pela iniciação científica das universidades brasileiras. “Aqui a é algo particular, você precisa se desdobrar, arranjar um tempo. Por vezes, não temos apoio. Lá existe um tempo já reservado para dedicar às atividades. Conseguimos unir prática, teoria e as pesquisas”.

O estudante cursou diversas disciplinas e participou de projetos de pesquisa sobre Regeneração Axonal e Biomarcadores do Sistema Nervoso Autônomo, além de outras atividades como a observação de condições neuro-patológicas de pacientes críticos e ambulatoriais e por isso já sabe qual ramo quer seguir na medicina. “Não sei ainda em qual faculdade, mas já decidi que quero fazer doutorado em neurociência e doenças cognitivas nos Estados Unidos, para dar sequência às pesquisas que já iniciei. Quero dar minha contribuição nessa ciência e trazer para o Brasil. Tenho esperança que ainda vamos avançar nisso, precisamos ampliar as oportunidades”, ressaltou ele.

“Nós, aqui no Brasil, temos muitas barreiras de ciência e cultura. Quando alguém vai fazer graduação fora, o objetivo é aprender. Quando você supera seus próprios limites e, além de aprender, contribui propondo novas ideias, é emocionante”,
Gusthavo Cândido, médico

O Intercâmbio
No período em que esteve nos Estados Unidos, o futuro médico teve a oportunidade de participar de pesquisas em pacientes com inúmeros problemas neurológicos. “Em universidades, que estão entre as melhores do mundo, tive a oportunidade de conviver com pessoas de todas as origens e culturas e conviver com professores talentoso”.

Em Madison, ele fez parte de uma pesquisa que busca tratamento para tetraplegia de pacientes com lesão na medula espinhal, na tentativa de voltarem a ter capacidade motora e sensorial. Em Harvard, ele participava de um estudo sobre morte súbita por epilepsia. O tratamento consiste em um novo conceito na abordagem prévia das ocorrências convulsivas nos pacientes pediátricos epiléticos no sentido de evitar consequências graves. “Ambos estão sendo testados ainda, mas já sei que há grandes avanços”, contou o estudante.

Sobre o intercâmbio, Gusthavo ressalta que é um estimulo muito interessante. “Nós, aqui no Brasil, temos muitas barreiras de ciência e cultura. Quando alguém vai fazer graduação fora, o objetivo é aprender. Quando você supera seus próprios limites e, além de aprender, contribui propondo novas ideias, é emocionante”, completou ele.

Gusthavo ganhou pêmio de excelência em
neurologia da AAN (Foto: Gusthavo Cândido/
Arquivo pessoal)

O prêmio
Em maio deste ano, já no Brasil, o estudante teve uma surpresa. Recebeu, via correio, o prêmio intitulado “Estudante de Medicina por Excelência em Neurologia” oferecido pela Academia Americana de Neurologia (AAN). O reconhecimento se deu através da carta de indicação de um professor de neurologia norte-americano e das atividades curriculares e extracurriculares em neurologia e neurociência que Gusthavo desenvolveu durante a graduação- sanduíche.

A premiação, que aconteceu em abril, é anual e exclusiva para estudantes de universidades dos Estados Unidos e Canadá. “Eu só pude concorrer ao prêmio, porque estudava lá, ele é exclusivo. Não sei dizer ao certo com quantas pessoas eu disputava, mas todos os estudantes de medicina que passam pela área são passíveis de concorrência. Em média, um aluno por escola de medicina dos Estados Unidos, participa”, destacou Cândido.

 

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