<div>Aécio deixa reunião com Tasso antes do fim e diz que há 'paz no ninho'</div>

Quarta, 23 Agosto 2017 17:06

<div>Aécio deixa reunião com Tasso antes do fim e diz que há 'paz no ninho'</div>

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BRASÍLIA - Ao deixar a reunião com o presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), e dirigentes estaduais do partido antes do fim, o presidente

afastado da sigla, senador Aécio Neves (MG), afirmou que a “paz no ninho” foi restabelecida e que as divergências internas foram superadas.

“Quando me licenciei para mostrar de forma definitiva na Justiça a absoluta correção dos meus atos, eu fiz para preservar os interesses do partido. Eu escolhi Tasso como presidente interino. Em um determinado momento, ele quis colocar fim a essa interinidade. Eu insisti que ele permanecesse e reforço que é ele quem tem as melhores condições de conduzir o partido até dezembro”, afirmou Aécio. Ele minimizou os rumores de que articula para promover a saída de Tasso do comando da legenda.

Com o encontro, as lideranças tucanas tentam apaziguar os impasses internos. O partido está dividido desde a votação da denúncia da Procuradoria Geral da República contra o presidente Michel Temer (PMDB). Na semana passada, as divergências se intensificaram após a exibição do programa partidário da legenda, no qual o partido criticou o "presidencialismo de cooptação" e admitiu ter se equivocado ao aceitar com naturalidade a prática da troca de favores individuais em prejuízo do que classificou como "verdadeira necessidade do cidadão brasileiro".

“Aqueles pontos nos quais divergíamos estão completamente superados. Não podemos aceitar essa marca que alguns tentaram inadvertidamente trazer para dentro do PSDB, como se estivéssemos divididos em alas. Isso é balela, é fala de quem não tem responsabilidades com o partido e de quem tem pouca história ou vivência dentro do partido”, disse o presidente afastado do PSDB. “Continuaremos nossa trilha de construir um projeto para o país. Isso pressupõe o PSDB unido. A unidade se dará em torno da interinidade de Tasso até dezembro.”

Aécio reforçou que o apoio do PSDB ao governo Temer se sustenta na manutenção da agenda de reformas e disse que a baixa popularidade do pemedebista não pode determinar a saída do partido da base governista. “Se apoiar um governo com baixa popularidade for o preço para garantir a aprovação dessas reformas, devemos pagar esse preço. Não estamos atrás de cargos e poder. A nossa presença no governo é um sinal positivo em direção a essa e a outras reformas. Essa história de que se apoia o programa fora do governo não funciona.”

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