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Sexta, 11 Setembro 2020 19:07

Americanos e europeus querem fabricar vacina russa da Covid-19

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Ministério da Saúde da Rússia
Vacina russa é uma das mais avançadas do mundo

A Rússia pretende anunciar parcerias para que a produção da Sputnik V, vacina do país contra a

Covid-19, possa ser realizada com sócios americanos e europeus. O imunizante é um dos mais avançados do mundo na fase de testes para ser liberada para a aplicação em massa na população.

Um acordo já tinha sido firmado com o Brasil e, segundo o presidente do Fundo Russo de Investimentos Diretos, Kirill Dmitriev, agora o os russos seguem em negociação com o governo federal, que anteriormente havia descartado as negociações após fechar acordo para a produção da vacina de Oxford, da farmacêutica AstraZeneca.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Dmitriev afirmou que bancou os cerca de R$ 300 milhões do desenvolvimento do imunizante pelo Instituto Gamaleya e é responsável pela estratégia de vendas e parcerias do produto.

Ainda de acordo com o diplomata, novos anúncios de acordos com empresas privadas e fundos de investimento para fabricação e distribuição da Sputnik V ocorrerão em até duas semanas.

Desde que a vacina russa foi anunciada, autoridades de todo o mundo e a comunidade acadêmica têm visto o imunizante com desconfiança. As principais críticas eram direcionadas ao registro da vacina para uso civil e à aplicação em profissionais de saúde antes mesmo do começo da fase 3 de testes, etapa que visa estabelecer segurança e eficácia em grandes grupos de pessoas.

Essa fase começou somente nesta semana na Rússia e terá 40 mil voluntários. A expectativa de Dmitriev é que os resultados iniciais saiam no mês que vem, começando assim a vacinação geral.

Nesta sexta (11), foi divulgado um acordo do fundo com o governo da Bahia para a compra de até 50 milhões de doses da Sputnik V até março, a depender de aprovações regulatórias. Parte dessas doses poderá ser ofertada por produção nacional caso avancem as tratativas já em curso com o estado do Paraná.

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